HÉLDER MIRANDA DEFENDE LIDERANÇA DE APENAS UM PONTO NA PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL, NUM PELOTÃO CADA VEZ MAIS PRÓXIMO

Depois da pausa de verão, a PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026 está de volta à ação com o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín, terceira jornada da temporada, que volta a colocar as equipas na fronteira luso-espanhola.
Ao longo das duas primeiras provas, a PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026 já demonstrou a exigência e o equilíbrio que a caracterizam, com resultados decididos por margens mínimas e uma liderança do campeonato a mudar de mãos de prova para prova. Uma competitividade que reflete o nível técnico elevado de pilotos e navegadores, portugueses e espanhóis, e que promete manter-se nos troços de Chaves e Verín.
Disputado nos dias 11 e 12 de setembro, o rali apresenta um percurso total de 323,67 quilómetros, dos quais 124,84 quilómetros cronometrados, distribuídos por dez Especiais em piso de asfalto, incluindo uma passagem por território espanhol e uma Super-Especial noturna.
A luta pelo título está mais equilibrada do que nunca, com Hélder Miranda a liderar o campeonato por um único ponto sobre João Rodrigues, depois de este último ter vencido de forma dominante o Rally de Lisboa, a mais recente jornada da temporada. Nas contas dos co-pilotos, é Mariana Machado que segue na frente, com um ponto de vantagem para Bruno Carvalho.
Este regresso ao asfalto promete reacender ainda mais essa disputa, com os PEUGEOT 208 Rally4 novamente no papel central desta competição, comprovando, uma vez mais, a fiabilidade e a competitividade que fazem deste modelo a máquina por excelência, reconhecida em todo o mundo e em todo o tipo de cenário competitivo.
TERCEIRO CONFRONTO DA ÉPOCA NA FRONTEIRA LUSO-ESPANHOLA
A PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026 chega a meio da sua caminhada de cinco provas com o Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín, prova organizada com o selo da Eurocidade que une as localidades de Chaves e Verín, um cenário que atravessa a fronteira por estradas rápidas e sinuosas.
Depois de um Rali Terras d’Aboboreira que ficou marcado pela vitória apertadíssima de Pedro Câmara / João Câmara, por apenas 4,4 segundos sobre Hélder Miranda / Mariana Machado, com Emanuel Figueiredo / Ricardo Pinto a completarem o pódio, o Rally de Lisboa trouxe uma reviravolta completa ao campeonato. João Rodrigues / Bruno Carvalho impuseram-se de forma dominante nessa segunda jornada, batendo Danny Carreira / Marco Vilas Boas por 58,6 segundos, com Hélder Miranda / Mariana Machado a completarem o pódio.
Essa segunda prova ficou também marcada pelo drama que atingiu os então líderes do campeonato, Pedro Câmara / João Câmara, que capotaram logo na primeira especial e viram terminar precocemente a sua caminhada em Lisboa. Também Iago Gabeiras / Ian Quintana, que lutavam pelo segundo lugar, abandonaram já na Power Stage, quando pareciam ter esse resultado assegurado.
Este será, ainda, o primeiro confronto do troféu português em solo que se estende a Espanha, com a Especial de Verín a levar os concorrentes, ainda que por breves instantes, ao país vizinho, reforçando o cariz ibérico que sempre caracterizou a filosofia dos troféus da PEUGEOT.
UM PONTO SEPARA MIRANDA E RODRIGUES A MEIO DO CAMPEONATO
A meio do calendário da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026, a tabela classificativa não podia estar mais equilibrada. Hélder Miranda assumiu a liderança após o Rally de Lisboa, somando 42 pontos, com uma vantagem mínima de apenas um ponto sobre João Rodrigues, autor da vitória nessa prova, agora com 41. Segue-se Pedro Câmara, terceiro classificado com 27 pontos.
Completam o top-5 provisório Nuno Coelho (navegado por Ricardo Cunha), com 22 pontos, e Danny Carreira, segundo classificado no Rally de Lisboa, agora com 21 pontos, ambos com ambições reforçadas de subir ao pódio também em Chaves e Verín. Recorde-se que apenas contam as quatro melhores pontuações do total de cinco ralis, o que deixa o título em aberto para vários dos candidatos ainda bem posicionados na tabela.
Uma vez mais, todos os concorrentes confiam nos seus PEUGEOT 208 Rally4, viatura que continua a comprovar a sua competitividade e fiabilidade nos mais diferentes traçados, sejam eles de terra ou de asfalto, sustentando as ambições de pilotos e navegadores portugueses e espanhóis rumo ao título final da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026.
DEZ DUPLAS À PARTIDA EM CHAVES E VERÍN
A lista de inscritos para este terceiro confronto da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026 reúne dez equipas, num grupo maioritariamente composto por pilotos e navegadores portugueses, ao qual se juntam uma dupla neozelandesa/britânica e uma dupla irlandesa.
Estarão presentes vários dos protagonistas que já discutiram os lugares do pódio nas duas primeiras provas da época, com destaque para os atuais líderes do campeonato, Hélder Miranda / Mariana Machado, assim como João Rodrigues / Bruno Carvalho e Pedro Câmara / João Câmara.
Completam a lista de inscritos Nuno Coelho / Ricardo Cunha e Danny Carreira / Marco Vilas Boas, ambos no top-5 do campeonato, a que se juntam Afonso Santos / Mafalda Santos, Gonçalo Rêgo / Pedro Castro e Joni Gonçalves / Vítor Hugo, todos à procura de somar pontos importantes a meio da temporada. Do lado dos estrangeiros, marcam presença os neozelandeses/britânicos Bryn Jones / Max Freeman e a dupla irlandesa Oisin Mcshane / Niall Anthony Myers, estreantes nesta edição da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2026.

LISTA DE INSCRITOS

  • 8 Hélder Miranda /Mariana Machado
  • 14 João Rodrigues  / Bruno Carvalho
  • 17 Nuno Coelho  / Ricardo Cunha
  • 18 Pedro Câmara  / João Câmara
  • 19 Danny Carreira /  Marco Vilas Boas
  • 21 Afonso Santos  / Mafalda Santos
  • 41 Gonçalo Rêgo /  Pedro Castro
  • 42 Joni Gonçalves  / Vítor Hugo
  • 49 Oisin McShane  / Niall Anthony Myers
  • 60 Bryn Jones  / Max Freeman

Todos em PEUGEOT 208 Rally4 (Grupo RC4).

UM PERCURSO DE DEZ ESPECIAIS ENTRE CHAVES E VERÍN*
O Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín 2026 disputa-se entre esta sexta-feira e sábado, 11 e 12 de setembro, com Centro Operacional instalado em Chaves, na Escola Profissional de Chaves, com o Parque de Assistência montado no Centro Coordenador de Transportes de Chaves.
A prova soma um percurso total de 323,62 quilómetros, dos quais 124,84 quilómetros cronometrados, repartidos por dez Especiais, todas em piso de asfalto.
A 1.ª Etapa, na tarde e noite de sexta-feira, arranca com a SS1 – Chaves 1 (12,20 km), com início às 16h05. Segue-se a SS2 – Verín (18,07 km), já em território espanhol, com arranque marcado para as 16h52, antes do regresso a Portugal para a repetição da SS3 – Chaves 2, pelas 18h40. O dia encerra com a SS4 – Rota Termal, Super-Especial noturna de 1,89 km, com início às 21h02, fechando a etapa com 44,36 km cronometrados em três troços distintos.
A 2.ª Etapa, no sábado, retoma a competição com um bloco de três Especiais repetidas duas vezes: a SS5/SS8 – Transibérico (19,77 km), com a primeira passagem às 10:40 e a segunda as 14:33 e a SS6/SS9 – Alto Tâmega (10,17 km) terá a primeira passagem às 12:08 e a segunda às 16:01. A SS7/SS10 – Termas de Chaves (10,30 km), ganha preponderância extra. Os pilotos percorrem o troço pela primeira vez às 12:51, mas a sua repetição terá o estatuto de Power Stage, atribuindo pontos adicionais aos concorrentes mais rápidos. Está agendada para as 16h44, encerrando o quadro competitivo do rali. A Cerimónia de Pódio tem hora prevista para as 18h30.
* Nota: As horas indicadas referem-se ao primeiro carro na estrada.

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