- Há mais de 35 anos que o Mazda MX-5 responde a essa pergunta, não através de uma reinvenção, mas sim através de um processo de aperfeiçoamento contínuo
- O Model Year de 2027 é, simplesmente, o mais recente capítulo dessa jornada
- Em Portugal a renovada gama divide-se em cinco níveis de equipamento, incluindo-se duas Edições Especiais, com PVPR a partir de 32.668 € (ST) e 35.168 € (RF)
Alguns automóveis tornam-se ícones porque mudam as regras. Outros alcançam esse estatuto porque se recusam, pura e simplesmente, a abandonar os princípios que os tornaram especiais logo desde o início.
Ao longo de mais de três décadas, o mundo automóvel tem sofrido uma brutal transformação em redor do Mazda MX-5. Os modelos desportivos disponíveis no mercado tornaram-se mais potentes, mais pesados e cada vez mais digitais, num processo em que os roadsters mais acessíveis foram desaparecendo gradualmente, tornando uma raridade a condução de capota aberta.
Houve, no entanto, um pequeno modelo desportivo, de baixo peso que, de um modo notável, se soube manter fiel ao seu propósito original. Vencedor dos prémios “World Car of the Year” e “World Car Design of the Year” em 2016, e com mais de 1,25 milhões de exemplares produzidos em todo o mundo, dos quais cerca de 404.000 entregues na Europa, o Mazda MX-5 continua a ser o desportivo de dois lugares mais vendido do mundo.
O seu sucesso não é o resultado de uma reinvenção constante. O MX-5 perdurou porque a Mazda passou mais de 35 anos a aperfeiçoar as qualidades que inspiraram essa sua criação.
Uma simples pergunta
A história do MX-5 começou muito antes da sua estreia pública no Salão Automóvel de Chicago de 1989. Dez anos antes, o jornalista automóvel norte-americano Bob Hall reunira-se com o então Diretor de Investigação e Desenvolvimento da Mazda, Kenichi Yamamoto, que, durante a conversa que tiveram, colocou uma simples pergunta: “O que falta hoje nas estradas?”
A resposta de Hall tornou-se, desde então, parte da história do automóvel. “O que falta é um roadster pequeno e acessível, na tradição dos clássicos modelos desportivos britânicos; um automóvel onde se sinta o vento no cabelo e os insetos entre os dentes.”
Na altura, os pequenos e leves roadsters tinham praticamente desaparecido. Os modelos desportivos tornavam-se maiores, mais pesados e cada vez mais focados no desempenho puro. A Mazda viu algo de diferente. Em vez de construir o desportivo mais rápido, decidiu criar um modelo que os condutores simplesmente nunca se cansassem de conduzir.
Manter-se fiel enquanto tudo muda
Quando o MX-5 apareceu em 1989, fez mais do que revitalizar o conceito de roadster acessível. Lembrou às pessoas que o prazer de conduzir não dependia da potência nem da complexidade. Em vez disso, dependia de algo muito mais difícil de conceber: o equilíbrio.
Dimensões compactas. Peso reduzido. Distribuição de peso quase perfeita. Direção precisa. Uma caixa de velocidades manual que recompensa cada passagem de caixa. Um habitáculo aberto que elimina as barreiras entre o condutor e o ambiente em redor. Em conjunto, estes elementos tornaram-se uma das expressões mais puras do Jinba Ittai da Mazda — a sensação de que cavalo e cavaleiro (condutor e automóvel) se movem naturalmente, como um só.
As normas de segurança e de emissões tornaram-se mais exigentes. Os clientes esperavam maior conforto, conectividade e tecnologias de assistência ao condutor. Muitos modelos desportivos responderam tornando-se maiores e mais complicados, mas a Mazda optou pelo requinte.
Cada geração colocava a mesma questão: isto reforça essa ligação entre o condutor e seu automóvel? Se a resposta fosse “sim”, mantinha-se. Se não, era eliminado. Como Bob Hall resumiu: “Mais sorrisos por litro.”
Aperfeiçoar um ícone
Desde o seu lançamento, o MX-5 inspirou toda uma geração de modelos desportivos de baixo peso. No entanto, enquanto muitos roadsters acessíveis foram desaparecendo gradualmente dos salões de vendas, o MX-5 continuava a aperfeiçoar a sua fórmula.
Hoje, a sua quarta geração (ND) continua a ser imediatamente reconhecível. Em vez de resistir às mudanças, a Mazda assegurou que cada evolução tivesse um propósito, refletindo a abordagem japonesa ao artesanato: cada mudança, cada detalhe, foi deliberado.
O Próximo Capítulo
O Mazda MX-5 de 2027 demonstra, mais uma vez, essa filosofia. Em vez de reinventar um dos ícones da Mazda, o mais recente Model Year reforça as qualidades que os condutores mais valorizam.
A nova versão especial Yakudo apresenta uma interpretação contemporânea do conceito roadster. Com o nome inspirado na expressão japonesa, significando movimento dinâmico e vitalidade, Yakudo reflete a energia e a capacidade de resposta que há mais de três décadas têm caracterizado o Mazda MX-5. Exclusiva da versão com capota de lona, combina detalhes exteriores em prateado requintado com um interior em Alcântara de elevada qualidade, criando uma expressão distinta, mas discreta, do prazer de condução.
A par dele, a versão Homura, agora evoluída em conteúdos, acentua ainda mais o carácter desportivo do MX-5, através de melhorias cuidadosamente ponderadas no chassis e no design, que reforçam a sua sensação de condução ágil e conectada.
Até mesmo a introdução da nova cor Zinc Green reflete a abordagem da Mazda ao aperfeiçoamento contínuo. Desenvolvido para expressar tanto robustez como sofisticação, o novo acabamento metálico equilibra com elegância um carácter de inspiração industrial. A sua aparência altera-se com a luz, revelando diferentes facetas que realçam o design Kodo intemporal do Mazda MX-5. O sistema Driver Attention Alert (DAA), agora de série em todas as versões, reforça ainda mais a confiança na condução no quotidiano, sem distrair da ligação entre o condutor e a estrada à sua frente.
Nenhuma destas atualizações altera a essência do MX-5. Asseguram que este continua a ser aquilo a que sempre aspirou.
Crafted with Japanese soul
Ao longo dos anos, o MX-5 inspirou uma comunidade global de entusiastas apaixonados. De clubes locais de proprietários – como o Club MX-5 Portugal – e os seus passeios panorâmicos, culturais e gastronómicos, até dias dedicados às pistas e aos encontros internacionais, são milhares os que continuam a celebrar o carácter único deste roadster. Em clubes, eventos e encontros por todo o mundo, os condutores do MX-5 continuam a celebrar as qualidades que sempre definiram este roadster da Mazda: ligação, equilíbrio e a alegria de conduzir.
Talvez isso explique por que razão o MX-5 continua hoje mais relevante do que nunca. Mais de 35 anos após a sua estreia, continua a responder à pergunta que inspirou a sua criação em 1979: “Que tipo de modelo desportivo é que as pessoas realmente gostam de conduzir?” Naquela altura, Bob Hall descreveu o automóvel que, na sua opinião, faltava. Mais de quatro décadas depois, a resposta da Mazda continua a evoluir, mas o seu objetivo permanece inalterado. O Mazda MX-5 de 2027 é a mais recente expressão de uma ideia que sempre colocou a alegria de conduzir em primeiro lugar.
Construí-lo a pensar nas pessoas. Dar prioridade ao equilíbrio em detrimento do excesso. Aperfeiçoar em vez de reinventar. Esta filosofia fez do MX-5 não só o roadster mais vendido do mundo, mas também um dos modelos desportivos mais aclamados da sua geração. Concebido sob o lema de “Crafted with Japanese Soul», continua a ser a prova de que o requinte ponderado resiste ao teste do tempo.
O Mazda MX-5 2027 em Portugal
Já disponível para encomenda em www.mazda.pt e na Rede de Concessionários da marca, o Mazda MX-5 2027 apresenta-se com cinco níveis de equipamento, com os seguintes PVPRs (inclui Campanha no valor de 4.454 €) :
– Prime-Line, de entrada, por 32.668 € (ST) e 35.168 € (RF)
– Exclusive-Line por 38.668 € (ST) e 41.168 € (RF)
– Kazari (Edição Especial) desde 39.468 € (ST) e 41.968 € (RF)
– Homura a partir de 43.168 € (ST) e 44.868 € (RF)
– Yakudo (Edição Especial) por 47.622 € (só ST)
Em termos mecânicos recorde-se a atualização operada no reconhecido motor aspirado Skyactiv-G, de 1,5 litros, resultando em melhorias no desempenho e em eficiência, passando a disponibilizar uma potência de 136 cv e um binário de 155 Nm, melhorando-se os consumos de combustível para 6,1 l/100 km, tal como as emissões de CO₂ agora mais reduzidas, de 139 g/km (valores combinados WLTP). Registam-se, também, evoluções na acústica do motor, para reforço da sensação de condução ágil e responsiva do MX-5, algo que há mais de três décadas tem definido este roadster.
