MOBI.E mantém trajetória de crescimento sustentado, com aumento da utilização, reforço da infraestrutura e subida expressiva do consumo de energia elétrica.
A rede de carregamento de veículos elétricos conectada à MOBI.E registou, em abril de 2026, o melhor desempenho de sempre, consolidando a trajetória de crescimento sustentado da mobilidade elétrica em Portugal.
Durante o último mês, foram realizados mais de 898 mil carregamentos em toda a rede, um aumento de 35% face ao mesmo período de 2025. Este foi o maior número mensal de carregamentos alguma vez registado na rede ligada à MOBI.E. No mesmo período, mais de 233 mil utilizadores distintos recorreram à infraestrutura de carregamento, refletindo um crescimento homólogo de 102%.
O dia com maior número de sessões foi o último dia do mês, 30 de abril, véspera de fim de semana prolongado, com mais de 34 mil, mostrando que os veículos elétricos são cada vez mais a escolha dos condutores, também em grandes viagens.
O consumo de energia elétrica associado à utilização da rede superou os 20 mil MWh, mais 40% do que em abril do ano passado. A energia disponibilizada permitiu percorrer mais de 535 milhões de quilómetros em veículos elétricos carregados através da rede disponível em todo o país.
O crescimento da procura continua a ser acompanhado pela expansão da infraestrutura disponível. No final de abril, a rede pública contava com 7.800 postos de carregamento distribuídos por todo o país, correspondentes a 14.747 pontos de carregamento. A potência instalada total ascendeu aos 539 mil kW, valor que se mantém cerca de 5% acima da meta definida pelo regulamento europeu AFIR.
A infraestrutura tem igualmente evoluído em capacidade e rapidez de serviço. Atualmente, mais de 3.030 postos disponibilizam carregamento rápido (com potência superior a 22 kW e inferior a 150 kW) ou ultrarrápido (igual ou superior a 150 kW), representando cerca de 39% da rede pública conectada à MOBI.E. Esta evolução contribui para tempos de carregamento mais reduzidos e para uma experiência de utilização cada vez mais eficiente e conveniente.
O impacto ambiental desta evolução voltou a ser expressivo. Só em abril, a mobilidade elétrica evitou a emissão de mais de 16 mil toneladas de CO₂, um volume equivalente à capacidade anual de retenção de carbono de cerca de 272 mil árvores urbanas com 10 anos. Este valor corresponde ainda às emissões anuais de aproximadamente 3.375 habitantes ou 1.350 famílias portuguesas, bem como a mais de 6,1 milhões de litros de gasóleo que deixaram de ser consumidos.
