NUNO CARVALHO SEM SORTE NA RAMPA DA PENHA

Após a fabulosa actuação na sua estreia no Campeonato Portugal Montanha JC Group 2026 na Rampa de Murça , aos comandos do Honda Civic, Nuno Carvalho demonstrou um andamento fabuloso, para quem assim fazia a sua estreia em provas deste tipo. Por isso havia uma certa expectativa para ver como iria ser a sua actuação na Rampa da  Penha, 2ª jornada da Montanha, com a organização a cargo da Demoporto, que demonstrou um grande nível organizativo. Só que Nuno Carvalho na luta para poder chegar a uma posição no pódio, acabaria por não ter a sorte pelo seu lado no final mesmo da última subida oficial de prova, após violenta colisão com os muros de pedra na zona da linha de meta, mas no meio disto ainda conseguiria cortar a linha de chegada.

Mas Nuno Carvalho, ao volante do seu Honda Civic, logo no sábado de manhã começaria por assinar um tempo de 1.49.269 à média de 912,59 km/h, para depois na subida seguinte de treinos continuar a melhorar os seus cronos, onde desta feita faz 1,45,078 à média de 95,24 km/h.

Já na 1ª subida oficial de prova, o piloto de Braga, volta a melhorar ao fazer toda a extensão da Rampa da Penha nuns brutais 1.44.825 , sendo o 4º classificado na divisão dos Super Challenge C,

Depois de uma noite de descanso para maquinas e pilotos, , no domingo de manhã, que surgiu com uma agradável temperatura e muito solarenga, o Honda Civic de Nuno Carvalho está na linha de partida da 3ª e última subida oficial de treinos, e acaba por melhorar de novo o seu tempo, ao “cravar um tempo” de 1.44.486 à média de 95,78 km/h.

A hora da verdade aproximava-se, e faltava apenas as duas subidas oficiais de prova, onde o piloto bracarense seria o autor dum crono de 1.43.200 e o 3º classificado na Super Challenge C.  Mas seria na derradeira subida oficial de prova, que Nuno Carvalho andou a fundo, na tentativa de alcançar uma posição no pódio, e na empolgante luta com o Toyota Starlet do seu conterrâneo de Braga, Francisco Vieira Leite, e estava a ser o autor dum “ crono canhão”, quando a sorte foi-lhe adversa, pois na entrada para a última curva que dá acesso á linha de meta, a entrada da curva não correu lá muito bem, pois Nuno Carvalho vinha mesmo muito depressa e com isso acabaria por “ter um encontro imediato” com o muro de pedra do lado direito, e após ter dado um toque violento, ainda acabaria  por cortar a linha de chegada de marcha atrás, fazendo mesmo assim um excelente tempo de 1.44.409, e a 4ª posição final nos Super Challenge C.

O impacto foi muito grande, deixando a frente do Honda Civic com danos extensos. O piloto foi prontamente assistido pelos comissários, e equipe médica, e após uns minutos dentro do carro, o próprio piloto acabaria por sair do Civic acidentado, pelos seu próprios meios, entrando logo na ambulância, a caminho da unidade hospitalar, somente para  confirmar se estava tudo em ordem, na qual o diagnóstico passou por duas costelas fracturadas.

Mais tarde Nuno Carvalho disse-nos “ vinha a tentar melhorar os meus tempos feitos até aquela altura, a entrada na curva seguinte não correu tão bem, e não consegui segurar o carro , pois a roda do lado esquerdo de trás levantou, e com isso perdi aderência, acabando por bater com força. Em termos da minha saúde, estou muito dorido, pois os cintos e o sistema Hans seguraram-me muito bem, e agora é pensar apenas em recuperar, as duas fracturas nas costelas vamos lá ver se dá para ir à Rampa da Falperra para ver , mas certezas, só as vou ter depois dos médicos me verem e fazerem mais exames , e depois a ver o tempo necessário para recuperar o Honda Civic”, conclui Nuno Carvalho.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

SUPER CHALLENGE C

1º Luís Fernandes – Peugeot 106

2º João Paulo Gonçalves – Honda Civic

3º Francisco Vieira Leite – Toyota Corolla T .Sport

4º NUNO CARVALHO – HONDA CIVIC

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