A TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal prepara-se para um dos palcos mais emblemáticos e exigentes do calendário, com o Vodafone Rally de Portugal a representar um teste de referência à competitividade de Pedro Almeida e António Costa no contexto do Campeonato de Portugal de Ralis.
A TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal prepara-se para enfrentar um dos momentos-chave da temporada, com a presença no Vodafone Rally de Portugal 2026, uma das provas de maior notoriedade e exigência do calendário nacional e internacional. A ronda portuguesa do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC) realiza-se entre 7 e 10 de maio e integra também o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), mas, no caso dos concorrentes do CPR, a classificação será definida após as primeiras 10 Provas Especiais de Classificação, num total de 134,30 quilómetros cronometrados, 678,80 quilómetros de ligações e 813,10 quilómetros percorridos.
Pedro Almeida e António Costa, irão lutar pelos melhores lugares do CPR, focando-se apenas na competição nacional neste fim de semana. Serão os únicos a representar a TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal, pois a dupla Rafael Rêgo / Ana Gonçalves não participará nesta prova, tal como acordado no plano inicialmente definido para a temporada que não contemplava a presença do jovem piloto nesta ronda.
Depois do arranque encorajador no Rali Terras D’Aboboreira, onde Pedro Almeida e António Costa conquistaram um lugar no pódio do CPR na estreia com as cores da Toyota, a equipa chega agora a uma prova de exigência máxima com a ambição de confirmar a competitividade demonstrada no início da época.
O guião competitivo do CPR
Antes do arranque oficial da prova, a dupla do GR Yaris Rally2 terá pela frente o shakedown de Baltar, na quarta-feira, 6 de maio, com início às 15h01.
O rali rranca na quinta-feira, 7 de maio, com a cerimónia de partida em Coimbra, às 14h00, seguindo-se nesse mesmo dia as PEC de Águeda / Sever, às 15h05, Sever / Albergaria, às 16h05, e a super-especial da Figueira da Foz, às 18h05.
Na sexta-feira disputa-se a parte decisiva para as contas do campeonato nacional, com Mortágua 1 às 7h35, Arganil 1 às 8h55, Lousã 1 às 10h13, Arganil 2 às 12h25, Góis às 13h20, Lousã 2 às 14h03 e Mortágua 2 às 15h40. É após esta 10.ª PEC, Mortágua, que fica definida a classificação do CPR, sendo também esta a Power Stage para as contas nacionais.
Pedro Almeida terá de concentrar toda a sua capacidade competitiva, num trajeto que combina troços rápidos, zonas técnicas, exigência física e forte desgaste mecânico. A especificidade do formato CPR torna a abordagem particularmente intensa, já que a luta pelos pontos nacionais se resolve num período mais curto e altamente seletivo.
Pedro Almeida aponta aos primeiros lugares
Pedro Almeida antevê uma prova de enorme exigência, mas assume com clareza a ambição de discutir os lugares da frente entre os concorrentes do CPR:
“O Rali de Portugal é um dos palcos mais exigentes e icónicos do calendário do Mundial de Rali e estamos a preparar-nos para esse desafio, após uma prestação sólida no último rali, onde demonstrámos um andamento competitivo e consistente até à meta.
O nosso objetivo é claro: andar entre os mais rápidos do CPR e ser consistentes numa prova ainda mais exigente, devido à dureza do percurso, às especiais técnicas e à exigência física e mental constante. Mas é exatamente nesses desafios que queremos afirmar o nosso ritmo, lutar pelos melhores tempos e consolidar a evolução que temos vindo a construir.
Gostava muito de repetir o triunfo do ano passado. Sabemos que vai ser difícil, mas encaramos esta prova com ambição e com respeito. Queremos manter um andamento forte, gerir bem cada troço e, acima de tudo, chegar ao fim com um resultado que reflita o nosso trabalho.”
Depois dos sinais positivos deixados no arranque da temporada, a equipa encara o Vodafone Rally de Portugal com ambição, sentido de responsabilidade e confiança no potencial do Toyota GR Yaris Rally2 para discutir os melhores lugares entre os pilotos do campeonato nacional.
