Potência, emoção e uma sonoridade impossível de ignorar. A parceria entre Rui Madeira e a Ford Lusitana foi um dos ingredientes especiais da presença do consagrado piloto português no Caramulo Motorfestival 2026, proporcionando aos convidados da marca uma experiência privilegiada no banco do lado direito do novo Ford Mustang Dark Horse.
Ao longo de cerca de 16 subidas da Rampa do Caramulo, Rui Madeira explorou o potencial do mais musculado representante da atual geração Mustang, levando consigo convidados da Ford Portugal e da concessão Ford em Viseu, Formartinauto, numa ação concebida para aproximar produto, performance e emoção num dos cenários mais carismáticos do automobilismo português.
E o primeiro contacto deixou marca no próprio vencedor da Taça do Mundo de Ralis Grupo N em 1994: “O Mustang Dark Horse revelou-se uma máquina que superou as expectativas. Naturalmente que o motor é um dos grandes protagonistas e o som deste V8 5.0 sente-se verdadeiramente quando pisamos o acelerador com decisão. Mas surpreendeu-me igualmente a capacidade que o carro tem para curvar a alta velocidade, tendo em conta a sua dimensão e peso. É um automóvel que transmite confiança e que consegue conjugar muito bem eficácia e diversão”.
Com 500 cv extraídos do V8 de 5,0 litros e uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,1 segundos, o Mustang Dark Horse revelou no exigente traçado do Caramulo uma personalidade que vai muito além da imagem e da sonoridade que tradicionalmente distinguem o icónico modelo americano.
A multiplicidade de configurações disponíveis permitiu a Rui Madeira adaptar o carro ao caráter muito particular dos co-drives e extrair uma vertente mais exuberante da experiência. “As diversas possibilidades de afinação disponíveis no dashboard deram-me confiança para fazer a rampa de forma rápida e muito eficaz. Utilizámos a configuração de circuito, com o controlo de tração desligado, precisamente para conseguirmos proporcionar ainda mais espetáculo a quem me acompanhava”, explica.
Para um piloto habituado a máquinas de competição, houve também características do Dark Horse que mereceram particular atenção. “O facto de ser um puro tração traseira proporciona muita diversão, mas aquilo que impressiona é perceber que essa diversão não compromete a eficácia. O Mustang consegue colocar toda aquela potência no chão e andar para a frente muito depressa. E a capacidade de travagem é verdadeiramente impressionante”, salienta.
Foi precisamente nas travagens mais fortes que Rui Madeira percebeu, de forma particularmente divertida, o impacto da experiência nos seus passageiros. “Houve momentos em que senti que alguns dos convidados iam literalmente a travar com os pés no habitáculo!”, recorda, com humor.
A experiência permitiu ainda explorar outra das funcionalidades mais exuberantes do Mustang Dark Horse: “Só tive pena de não termos conseguido utilizar mais vezes o Drift Mode. A conjugação da afinação específica com o travão de mão permite brincar bastante com o carro e foi um verdadeiro regalo, tanto para mim como para um dos convidados que teve oportunidade de viver essa experiência”.
Clientes, convidados e influenciadores que participaram na ação puderam sentir diretamente aquilo que os números de uma ficha técnica dificilmente conseguem transmitir: a entrega de potência, o comportamento dinâmico e, inevitavelmente, a assinatura sonora de um V8 atmosférico: “O feedback foi extraordinário. As sensações transmitidas por todos os que fizeram as subidas connosco dizem muito sobre aquilo que o Mustang proporciona. E houve também uma enorme reação nas redes sociais, em especial ao som do V8. Os ‘relinchos’ dos cavalos do Mustang ouviam-se bem alto no Caramulo. V8 5.0, 500 cv e 0-100 km/h em 4,1 segundos… Uau!”, resume Rui Madeira.
