- A dupla Rossel / Dunand lidera a Classificação de Pilotos do WRC2 após as vitórias na Croácia e nas Canárias, estando Gryazin / Aleksandrov atualmente no quinto lugar do ranking.
- A Lancia Corse HF ruma ao icónico Rally de Portugal na liderança da classificação por Equipas do WRC2.
- Um marco importante na temporada para o Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale, que enfrenta o seu primeiro desafio em pisos de terra, palco onde pretende dar continuidade ao excelente desempenho demonstrado nos ralis de asfalto.
A sexta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis da FIA acontecerá no 59.º Rally de Portugal, jornada em que as estradas de terra batida rápidas e exigentes do centro e norte de Portugal se irão revelar cruciais para o Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale, o atual líder da categoria WRC2.
A equipa Lancia Corse HF chega à prova portuguesa na liderança tanto do ranking de Equipas, como dos Campeonatos de Pilotos e Navegadores, com Yohan Rossel e Arnaud Dunand a aproveitarem este forte impulso inicial, após os seus recentes sucessos nos troços em asfalto da Croácia e das Ilhas Canárias. Numa altura em que o campeonato faz a transição, pela primeira vez esta temporada, para os pisos de terra batida, a atenção estará na adaptação a esta nova superfície e na maximização em termos da performance.
Por seu turno, Nikolay Gryazin e Konstantin Aleksandrov, que atualmente ocupam o quinto lugar do WRC2, procurarão dar continuidade à sua sólida evolução, após as consistentes recuperações de lugares nas rondas iniciais do Mundial de Ralis de 2026.
À partida deste Rally de Portugal estará um terceiro Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale com o n.º 45 nas portas, o da dupla portuguesa José Pedro Fontes e Inês Ponte, que compete no Campeonato de Portugal de Ralis. A dupla garantiu recentemente um impressionante quarto lugar no Rally Terras d’Aboboreira, a primeira prova do CPR 2026.
O Rally de Portugal representa um marco significativo para o Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale, pelo facto de fazer a sua estreia em terra neste campeonato, e numa das suas provas mais exigentes, tanto a nível técnico como físico. Os troços portugueses começam, frequentemente, por apresentar superfícies macias e arenosas, mas depressa se tornam irregulares e repletos de sulcos, com pedras expostas que podem representar sérios desafios. Precisão, consistência e compostura serão essenciais numa prova conhecida pelas suas enormes e entusiásticas multidões que se perfilam ao longo das especiais.
O rali tem início na quinta-feira, dia 7 de maio, às 14h00, com a Cerimónia de Partida na Cidade Universitária de Coimbra. A ação começa logo de imediato com os troços de Águeda – Sever e Sever – Albergaria, num total de 35 quilómetros, antes de seguir para a espetacular SuperEspecial da Figueira da Foz, tendo como pano de fundo o Oceano Atlântico.
O dia de sexta-feira conta com sete classificativas que cobrem 96,22 quilómetros, incluindo as provas rápidas e técnicas de Lousã — que regressa ao WRC após vários anos — e Arganil. Sábado é o dia mais longo e exigente do rali, com nove especiais e 146 quilómetros ao cronómetro, com destaque para o icónico troço de Amarante (26,24 km), o mais longo desta edição, percorrido por duas vezes antes da SuperEspecial de Lousada, no circuito da Costilha, um dos troços favoritos do público, fruto das batalhas frente a frente que ali se travam, recinto que também é utilizado no universo do rallycross.
O rali terminará no domingo, dia que integra duas passagens por Vieira do Minho (21,6 km) e pela lendária especial de Fafe (11,18 km), assumindo o estatuto de Power Stage no encerramento do rali.
Didier Clément – Diretor de Equipa, Lancia Corse HF
“Após os bons resultados das últimas semanas nos ralis de asfalto da Croácia e das Ilhas Canárias, entramos agora numa longa série de provas em terra. O Rally de Portugal é a primeira delas, sendo conhecido por ser uma das mais exigentes provas do mundial, tanto para os carros como para as equipas. Este fim de semana, a tarefa será ainda mais difícil devido às condições meteorológicas chuvosas que estão previstas. A equipa de desenvolvimento do Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale realizou um extenso trabalho de preparação em condições semelhantes às que esperamos enfrentar. Perante uma concorrência extremamente forte, toda a equipa Lancia Corse HF está pronta para enfrentar este importante desafio.”
