- Piloto belga foi o mais rápido no shakedown
- Teemu Suninen liderou entre os WRC2
Thierry Neuville registou o melhor tempo no shakedown com a marca de 3m51,2s. Aos comandos de um Hyundai i20 N Rally1, o belga causou um bom pressentimento para a marca sul-coreana no Vodafone Rally de Portugal, depois de vincar o melhor registo na terceira e derradeira passagem pelos 5,72 km do traçado de Baltar.
Navegado pelo compatriota Martijn Wydaeghe, Neuville superou a dupla Sami Pajari e Markko Salminen, em Toyota GR Yaris Rally1, por três décimos de segundo. “É importante estarmos de volta e logo no primeiro rali em pisos de terra, em que somos bastante competitivos e rápidos. Estamos esperançados que podemos ser melhores, dependendo da chuva que está prevista a partir de sexta-feira”, sublinhou Thierry Neuville.
Depois de ter estado com o melhor tempo durante largo período, Sami Pajari foi relegado para a segunda posição, mas mostrou-se “satisfeito”, embora não esconda que: “não será fácil manter o ritmo evidenciado até aqui, em que alcançámos quatro pódios consecutivos, dado que este rali será, com toda a certeza, muito diferente dos últimos.”
Perante uma moldura humana bastante significativa a meio da semana, o francês Adrien Fourmaux, que faz equipa com Alexandre Coria no Hyundai i20 N Rally1, terminou com o terceiro tempo, a seis décimos de segundo dos líderes. “Alcançámos um resultado positivo no shakedown, embora esteja tudo muito equilibrado. Gosto muito do Vodafone Rally de Portugal, com troços que estão entre os melhores do mundo e o público é fantástico”, destacou o francês.
Na quarta posição terminaram os letões Märtinš Sesks e Renārs Francis, em Ford Puma Rally1, também a seis décimos de segundo de Thierry Neuville. Coube aos líderes do campeonato, os ingleses Elfyn Evans e Scott Martin, em Toyota GR Yaris Rally1, ocupar o quinto posto com o mesmo tempo de Märtinš Sesks.
Refira-se que o piloto francês Sébastien Ogier (Toyota), navegado por Vincent Landais e atual recordista de triunfos em Portugal (sete), não foi além do 11.º mais rápido, a 3,2 segundos do mais veloz. “Este rali tem um lugar especial no meu coração e muitas boas recordações. Fui um pouco adotado pelos fãs portugueses. Estamos de volta para tentar melhorar o nosso desempenho e lutar pela vitória. Nunca há garantia de sucesso. Faremos o nosso melhor. O tempo vai estar instável e tudo pode acontecer, mas vamos aproveitar o sol enquanto podermos”, referiu o nove vezes campeão mundial de ralis.
