A corrida 1 da categoria Clássicos & Legends 1300 no Circuito do Estoril foi marcada por forte competitividade e vários grupos compactos ao longo das 12 voltas, com carros de diferentes configurações a partilharem a mesma dinâmica em pista.
Desde o arranque, a proximidade entre os pilotos foi uma constante, com várias situações de pressão direta e disputas por posição dentro de um pelotão bastante equilibrado.
Contudo, na frente da corrida, Carlos Cruz (#31, Datsun 1200 Coupé) destacou-se pela consistência e capacidade de gestão, garantindo a vitória após uma prova sólida, sem erros e com uma larga diferença para com os seus adversários.
Na luta pelas posições seguintes, Jorge Marques (#25, Toyota Starlet 1.3 S) evidenciou um ritmo competitivo e assegurou uma prestação consistente, enquanto João Arantes (#55, Toyota Starlet 1.3 S) conseguiu manter-se na discussão e fechar os lugares cimeiros.
Mais atrás, o pelotão manteve-se bastante compacto, com vários pilotos a rodarem próximos entre si, destacando-se Daniel Gouveia (#45, Fiat Punto 85 S) pela sua capacidade de gerir a corrida num grupo altamente competitivo, garantindo uma posição de destaque.
Também Afonso Azevedo (#51, Peugeot 107) evidenciou regularidade ao longo da prova, num contexto onde a consistência foi determinante para o resultado final.
No global, tratou-se de uma corrida muito disputada, onde a proximidade em pista e a intensidade das lutas refletiram bem o equilíbrio desta categoria, num arranque de temporada que promete forte competitividade.
A segunda corrida da categoria Clássicos & Legends 1300 no Circuito do Estoril voltou a evidenciar a competitividade desta grelha, com um arranque muito dinâmico e várias lutas nas primeiras voltas, antes da corrida estabilizar em diferentes grupos com ritmos distintos ao longo das 13 voltas disputadas.
Ao longo da prova, assistiu-se a vários duelos diretos e a uma gestão constante de posições, num pelotão sempre ativo.
Na classe dos Clássicos 1300, o ritmo manteve-se elevado desde cedo e exigiu gestão constante ao longo das voltas, a liderança acabou por se definir nas fases iniciais da corrida, onde Carlos Cruz (#31, Datsun 1200 Coupé) voltou a destacar-se, assumindo o controlo da corrida desde cedo e impondo um ritmo consistente que lhe permitiu gerir a vantagem até à bandeira de xadrez. João Braga (#13, Datsun 1200) assegurou a segunda posição após uma corrida sólida, mantendo um andamento regular ao longo da prova.
Nos Legends 1300, com vários momentos de aproximação e pressão direta, esta foi uma das classes mais disputadas da corrida, na qual João Arantes (#55, Toyota Starlet 1.3 S) destacou-se ao garantir a vitória, conseguindo impor o seu ritmo nas fases decisivas. Jorge Marques (#25, Toyota Starlet 1.3 S) terminou na segunda posição, mantendo-se sempre na luta e pressionando ao longo de várias voltas.
Na categoria Desafio ANPAC, foi onde se assistiu a várias trocas de posição e a uma luta intensa durante grande parte da prova, em que Daniel Gouveia (#45, Fiat Punto 85 S) garantiu a vitória após uma prestação consistente e eficaz na gestão da corrida. Ricardo Costa (#20, Fiat Punto 85 S) terminou muito próximo, numa das disputas mais equilibradas, enquanto Daniel Monteiro (#78, Fiat Punto 85 S) completou o pódio com um ritmo competitivo.
A classe City manteve-se equilibrada até às fases finais da corrida, tendo Afonso Azevedo (#51, Peugeot 107) assegurado a vitória com uma corrida consistente e sem erros. Frederico Cruz (#26, Citroën C1) terminou na segunda posição, enquanto Luís Silva (#80, Citroën C1) completou o pódio após uma luta direta.
Na Stock Cup João Batista (#85, Opel Corsa) garantiu a vitória, mantendo um andamento regular ao longo das voltas.
A corrida ficou marcada por um arranque muito competitivo e por várias batalhas nas fases iniciais, antes de o pelotão se dividir em diferentes grupos ao longo das voltas.
Ainda assim, mantiveram-se várias lutas nos grupos intermédios, com pressão constante e diferenças reduzidas, evidenciando o equilíbrio da categoria, onde a consistência, a gestão de ritmo e a capacidade de evitar erros voltaram a ser fatores decisivos para o resultado final.
