- História de sucesso: a Opel foi um dos primeiros fabricantes de automóveis a estabelecer-se nos novos Estados Federais, após a reunificação alemã
- Desenvolvimento contínuo: a fábrica de Eisenach é sinónimo da precisão “made in Germany”
- Qualidade superior da Turíngia no presente: o novo Opel Grandland é produzido em Eisenach
Aniversário na Turíngia: onde agora se produz o novo Opel Grandland, era, na década de 1990, um local de construção. Foi há 35 anos, mais precisamente no dia 7 de fevereiro de 1991, que se lançou em Eisenach a primeira pedra para o que é hoje uma das fábricas de automóveis mais modernas da Europa. Desta forma, os responsáveis da época criaram a base para a produção de vários modelos Opel de sucesso bem no centro de uma Alemanha recém-reunificada. No presente, desde o ano passado, é o Grandland, eletrificado em todas as suas variantes que sai das linhas de produção, tornando-se não só um SUV de alta qualidade “made in Germany”, mas também um verdadeiro Eisenacher.
A Opel e Eisenach: solidariedade baseada na tradição
A ligação da Opel a Eisenach tem bem mais de 35 anos. A Opel fez a sua primeira aparição no local há 125 anos: Wilhelm Opel, o segundo filho mais velho de Adam Opel, foi um dos membros fundadores da Associação Alemã de Fabricantes de Veículos Motorizados (VDMI), fundada nessa cidade em janeiro de 1901, associação que, anos mais tarde, se tornaria na atual Associação da Indústria Automóvel (VDA).
Outra semelhança que liga, desde o início, a tradicional localização da indústria automóvel na Turíngia e da Opel em Rüsselsheim: a antiga fábrica de automóveis de Eisenach e a Opel são pioneiras na produção de veículos motorizados na Alemanha. Em ambas as empresas, os primeiros “veículos a motor” foram construídos ainda no final da década de 1890. Nesse sentido, o envolvimento direto da marca em Eisenach em 1990, o ano da reunificação, não passou de uma consequência lógica. Em março de 1990 era fundada a Opel-AWE-Planungs-Gesellschaft para desenvolver a cooperação entre a antiga fábrica de automóveis Eisenach (AWE) e a Opel. Apenas dois dias após a reunificação oficial, mais precisamente a 5 de outubro de 1990, o primeiro Opel Vectra saiu da linha de produção numa fábrica da AWE. Quatro meses depois, a 7 de fevereiro de 1991, seria lançada a primeira pedra da nova fábrica.
Ao longo das últimas décadas, best-sellers como o Opel Corsa e o Opel Astra saíram das linhas de produção de Eisenach. Entretanto, as instalações foram sendo continuamente desenvolvidas, tendo a fábrica sido considerada como a mais moderna e produtiva unidade de produção automóvel da Europa.
Posicionada para o futuro: todas as versões do SUV topo de gama Grandland são produzidas em Eisenach
Para o novo Opel Grandland, foram feitos, nos últimos anos, investimentos adicionais de 130 milhões de euros. A fábrica passou pela maior transformação da sua história em antecipação ao lançamento do novo SUV da Opel. Graças às mais recentes modernizações e desenvolvimentos, uma grande variedade de transmissões de última geração, e que permitem economizar recursos, podem ser produzidas na mesma linha de produção. Atualmente, são produzidas em Eisenach todas as variantes do multipremiado SUV: do Grandland Hybrid e Grandland Plug-in Hybrid ao elétrico a bateria Grandland Electric Long Range, sem esquecer o Grandland Electric AWD, o primeiro Opel 100% elétrico com tração integral.
Informação de Consumos e Emissões
Valores combinados de acordo com o WLTP
Opel Grandland Electric Long Range – Consumo de energia: 18,6 kWh/100 km; Emissões de CO2: 0 g/km; Etiqueta de CO2: A.
Opel Grandland Electric AWD – Consumo de energia: 17,9 kWh/100 km; Emissões de CO2: 0 g/km; Etiqueta de CO2: A.
Opel Grandland Plug-in Hybrid – Consumo de energia: 14,5 kWh/100 km a eletricidade mais 2,6 l/100 km a gasolina; Emissões de CO2: 59 g/km; Etiqueta de CO2: B. Com a bateria descarregada: consumo de combustível: 6,3 l/100 km; Etiqueta de CO2: E.
Opel Grandland Hybrid – Consumo de combustível: 5,6 l/100 km; Emissões de CO2: 126 g/km; Etiqueta de CO2: D.
Valores de autonomia determinados de acordo com a metodologia do procedimento de ensaio WLTP (R (CE) n.º 715/2007, R (UE) n.º 2017/1151). A autonomia real pode variar em condições quotidianas e depende de vários fatores, em particular do estilo de condução pessoal, das caraterísticas do percurso, da temperatura exterior, da utilização de aquecimento e ar condicionado e do pré-condicionamento térmico.
Os valores de um veículo não dependem apenas da utilização eficiente do combustível, mas são também influenciados pelo comportamento de condução e por outros fatores não técnicos.
