• Um enorme sucesso: o Astra F é, até à data, o modelo mais vendido da Opel, com 4,13 milhões de unidades produzidas
• Perfeito para as exigências da década de 1990: sistemas de segurança pioneiros, interior espaçoso e compatibilidade ambiental
• Inovações: “Multi Info Display”, “Clean Air System” e controlo eletrónico de tração
• A classe compacta de vanguarda da atualidade: o novo Astra oferece uma vasta gama de motorizações, tecnologias de ponta e um elevado nível de conforto
Design cativante, tecnologias de ponta, conforto e precisão até ao último pormenor: estas são apenas algumas das características que os clientes esperam de um automóvel moderno da classe compacta – e o novo Opel Astra oferece-as todas. O leque de inovações estende-se desde a mais recente geração do sistema de iluminação adaptativa Intelli-Lux HD e dos bancos Intelli-Seats de série, até a uma ampla escolha de motorizações que satisfazem todas as necessidades, sem deixar de ter em conta as questões ambientais. O que hoje se reflete nas versões mais recentes do best-seller Opel Astra teve início há exatamente 35 anos, com a primeira geração do modelo da classe compacta denominado “Astra”.
A estreia do “Astra” em 1991: um automóvel que encarna na perfeição o espírito da época
Quando o Opel Astra F fez a sua estreia em 1991, o mundo estava a passar por mudanças – tanto a nível político e social, como em termos de uma crescente consciência ambiental. Isto representou um desafio para os fabricantes de automóveis: por um lado, esperava-se que os seus veículos emitissem menos poluentes e reduzissem os consumos de combustível; por outro, tinham de satisfazer as crescentes expectativas dos clientes em termos de conforto.
A sétima geração do modelo compacto da Opel encarnava na perfeição este espírito de mudança. Não só surgiu com uma nova denominação — “Astra”, tal como o seu homólogo britânico da Vauxhall —, como também com uma vasta gama de sistemas de segurança, recém-desenvolvidos. Em comparação com o seu antecessor, o Astra F oferecia consideravelmente mais espaço interior, mantendo uma pegada exterior de dimensões semelhantes. Também colocava grande ênfase na compatibilidade ambiental, graças à utilização de materiais recicláveis. Os compradores de automóveis ficaram profundamente impressionados com estas características. Com a Opel a produzir cerca de 4,13 milhões de unidades entre 1991 e 1997, o Astra F é, até à data, o modelo mais vendido da marca.
A gama de modelos do Astra F satisfazia todos os gostos. Os clientes podiam escolher entre diferentes motores a gasolina e a gasóleo, sendo que todas as unidades de quatro cilindros dispunham de sistemas de pós-tratamento de gases de escape de última geração. Enquanto os motores a gasolina de 1,4, 1,6, 1,8 e 2,0 litros estavam equipados com um catalisador de três vias, o motor a gasóleo de 1,7 litros apresentava um catalisador de oxidação, recentemente desenvolvido.
As primeiras versões entregues aos concessionários, no outono de 1991, foram o hatchback de cinco portas, a carrinha Caravan de cinco portas e o desportivo Astra GSi. Disponível exclusivamente como “hot hatch” de três portas, o GSi, topo de gama, oferecia a escolha entre motores de 2,0 litros com 85 kW (115 cv) ou 110 kW (150 cv), sendo este último com 16 válvulas e duas árvores de cames à cabeça. A versão de quatro portas com traseira em degrau chegou na primavera de 1992, seguida, um ano mais tarde, pelo Astra descapotável, fabricado pelo carroçador italiano Bertone.
O cerne da questão: segurança, espaço interior e eficiência
O elevado padrão do pacote de segurança do Astra F representou um grande passo em frente na classe dos compactos. O Sistema de Segurança da Opel incluía, entre outros elementos, duas barras de aço nas portas para proteção contra impactos laterais, rampas de apoio nos bancos para impedir que o ocupante deslizasse por baixo do cinto de segurança e tensionadores nos cintos de segurança dianteiros, que reduziam o movimento para a frente do corpo do ocupante do banco em caso de colisão frontal. A segurança passiva aumentou ainda mais em 1994, quando a Opel tornou obrigatórios os airbags de “dimensão normal” para o condutor e o passageiro da frente.
O conceito de “dimensão normal” aplicava-se também ao habitáculo do modelo. Em comparação com o Kadett E, os engenheiros da Opel dotaram o Astra F de muito mais espaço interior, por exemplo, colocando o para-brisas 74 milímetros mais à frente e aumentando o espaço para a cabeça e para os joelhos em até 50 milímetros. Apesar da nova sensação de espaço, o Astra F manteve a elevada eficiência aerodinâmica, com um coeficiente de resistência do GSi tão baixo quanto 0,30 cD.
Para além da elevada segurança e do espaço generoso, a compatibilidade ambiental esteve no centro da conceção do Astra F. Grande parte do painel de instrumentos, dos acabamentos interiores, dos bancos e da consola central era constituída por polipropileno, para o qual a Opel tinha desenvolvido um processo de reciclagem inovador e eficiente em termos de recursos. Outras peças, como os suportes dos para-choques e os revestimentos dos arcos das rodas, já eram, por si só, fabricadas com material reciclado.
A segurança e o ambiente não foram as únicas áreas de inovação no Astra F. O “Multi-Info Display”, na parte superior da consola central, foi uma novidade mundial, combinando os ecrãs do rádio, do computador de bordo e do painel de controlo de verificação, tudo dentro do campo de visão do condutor. O novo modelo foi também o primeiro da classe compacta a incluir um “Clean Air System” que protegia os ocupantes do pólen, do pó e das partículas de sujidade, enquanto o GSi 16V foi o primeiro automóvel com controlo eletrónico de tração no segmento de mercado do Astra.
Com as suas tecnologias avançadas, o Astra F proporcionou também uma plataforma potente e fiável para o desporto motorizado em toda a Europa. Em 1993, a Opel conquistou o Campeonato do Mundo de Construtores logo na primeira época da “Taça FIA para Construtores de Automóveis de Turismo (2 Litros)”. E, em 1997, um Opel Astra GSi 16V garantiu a vitória no Grupo N na Veedol Endurance Cup, em Nürburgring, na Alemanha.
O Astra F como plataforma tecnológica: base para a propulsão elétrica “Impuls III”
Além disso, o Astra F serviu também como plataforma de inovação para sistemas de propulsão alternativos. O “Astra Impuls III”, totalmente elétrico, demonstrou a sua eficácia durante testes em grande escala na ilha de Rügen, no Mar Báltico. Dez protótipos percorreram um total de 350.000 quilómetros entre 1993 e 1997, sendo cinco deles alimentados por uma bateria de níquel-cádmio de 45 kW (61 cv) e os restantes por uma bateria de cloreto de sódio e níquel de 42 kW (57 cv). Todas as dez unidades Astra Impuls III estavam equipadas com um motor assíncrono trifásico. O Astra Impuls III atingia uma velocidade máxima de 120 km/h e tinha uma autonomia máxima de 150 quilómetros. Entre 1997 e 1999, a Opel expandiu finalmente os testes em grande escala, com os veículos Impuls III a circularem nas cidades de Aachen, Maastricht e Liège.
O Astra F mantém-se como o modelo da Opel mais vendido até à data. Novos sistemas de segurança, espaço interior generoso e compatibilidade ambiental foram três dos seus pontos fortes. Abordou com sucesso temas que eram importantes para os consumidores no início da década de 1990 e trouxe muitas inovações ao seu segmento de mercado. A sétima geração do automóvel compacto da Opel (e a primeira a ostentar a designação “Astra”) estava, assim, verdadeiramente em sintonia com o seu tempo.
Astra, o herói inovador do dia a dia: tecnologia de ponta e ampla escolha de motorizações
Este papel é agora desempenhado pela mais recente geração do best-seller da classe compacta “Made in Germany”. O novo Opel Astra — concebido, projetado e construído na sede da Opel em Rüsselsheim — é mais dinâmico, mais arrojado e mais eficiente em termos de recursos do que nunca. O novo Astra Electric, por exemplo, permite agora percorrer até 454 quilómetros (de acordo com o WLTP ) entre cada recarga. Além disso, o sistema de propulsão do híbrido plug-in também foi aperfeiçoado, de modo a aumentar a autonomia em modo puramente elétrico e, consequentemente, sem emissões locais. Ambas as motorizações fazem parte da gama abrangente de sistemas de propulsão, que também oferece aos clientes uma escolha de alternativas híbridas e a diesel eficientes – concebidas à medida para todas as necessidades e todas as utilizações.
A isto juntam-se inúmeras tecnologias inovadoras que proporcionam um design inspirador, bem como os mais elevados níveis de conforto e segurança. Os destaques do novo visual incluem o emblema Opel Blitz iluminado na parte dianteira – uma estreia para o Astra –, os faróis adaptativos e sem encandeamento Intelli-Lux HD com mais de 50 000 píxeis e animações de luz dinâmicas, e os bancos Intelli-Seats de série com recuo ergonómico. Entretanto, os desenvolvedores e designers mantiveram-se fiéis à abordagem de sustentabilidade da Opel: o interior do novo Astra Sports Tourer apresenta muitos materiais reciclados. Assim, também o mais recente Astra está, mais uma vez, na vanguarda quando chega aos clientes.
