- Escolher o pneu adequado, conhecer a pressão correta, ou saber quando efetuar o alinhamento da direção, são algumas das questões que influenciam diretamente a segurança, e a vida útil do pneu
- Rede de oficinas Vulco lembra que substituir os pneus é, também, uma oportunidade para esclarecer dúvidas e receber aconselhamento personalizado
- Acompanhamento do condutor é um dos principais valores diferenciais das oficinas Vulco, ajudando cada cliente a escolher, manter e substituir os seus pneus no momento certo
Trocar os pneus não deveria consistir apenas em substituir um componente gasto por um novo. Para a rede de oficinas Vulco, esta visita representa, também, uma oportunidade para que o condutor saiba melhor como os pneus influenciam a segurança, o comportamento do veículo, e o seu próprio estilo de condução.
Contudo, muitos utilizadores chegam à oficina com dúvidas que, nalguns casos, nunca chegam a colocear. Escolher o pneu mais adequado, conhecer a pressão correta, o saber como prolongar a sua vida útil, são questões que podem fazer a diferença, tanto em termos de segurança, como de conforto e de custos de utilização.
Que pneu é o mais adequado para o meu veículo?
Esta é, provavelmente, a primeira pergunta que qualquer condutor deveria fazer. E a resposta não e a mesma para todos.
«Não existe um pneu perfeito para todos. Depende se se conduz mais em cidade, ou em estrada, se se realizam regularmente viagens longas, ou se se conduz habitualmente com chuva. Por isso, é importante escolher o pneu segundo o tipo de condução de cada qual», explica Manuel Cardiel, proprietário da Neumáticos Elías, oficina pertencente à rede Vulco.
O tipo de veículo, a quilometragem anual, as condições climatéricas habituais, ou a forma de conduzir, são fatores que condicionam a definição do pneu mais adequado a cada caso. Deste modo, a assessoria profissional é fundamental para eleger a solução que melhor se adapta às necessidades reais de cada condutor.
De quanto em quanto tempo devo verificar a pressão?
A pressão é um dos fatores mais importantes para a segurança, e, ao mesmo tempo, um dos mais esquecidos.
«O recomendável é verificá-la, pelo menos, uma vez por mês, e sempre antes de uma viagem mais longa», sublinha Manuel Cardiel. Ao mesmo tempo, a pressão deve respeitar as recomendações do fabricante, e ter em conta fatores como a carga do veículo, a duração do trajeto, e as condições de utilização.
Uma pressão incorreta pode alterar o comportamento do veículo, incrementar o desgaste do pneu, e aumentar o consumo de combustível. «O melhor é seguir as indicações do fabricante, ou consultar a oficina, onde é possível receber recomendações acerca da pressão adequada a cada situação», acrescenta o proprietário da Neumáticos Elías.
Quando se deve rodar os pneus?
A rotação periódica ajuda a garantir um desgaste mais uniforme, e pode prolongar a vida útil do pneu.
Segundo Manuel Cardiel, costuma recomendar-se que esta operação seja realizada entre os 10 000 e os 15 000 quilómetros, embora não exista uma regra universal. A configuração do veículo, o tipo de montagem, e a presença de sistemas eletrónicos de controlo da pressão, podem condicionar a forma como esta operação deve ser realizada.
«Cada vez existem mais veículos com válvulas eletrónicas de série, e, em alguns casos, mudar as rodas de posição pode exigir a desmontagem dos pneus das jantes. Por isso, convém consultar sempre a oficina», explica.
Que informação fornece realmente a etiqueta do pneu?
A etiqueta europeia oferece informação útil sobre a eficiência energética, a aderência sobre piuso molhado, e o nível de ruído exterior.
«A etiqueta informa sobre características essenciais, como a eficiência em termos de consumo, a aderência sobre superfícies molhadas, e o nível de ruído, mas recomendamos, sempre, que seja consultada a oficina», explica a oficina Expotyre, pertencente à rede Vulco.
Estes dados são um bom ponto de partida, mas devem ser interpretados tendo em conta o veículo, o tipo de trajetos que são normalmente efetuados, as condições climatéricas do local por onde costuma circular, e as prioridades de cada condutor. O aconselhamento profissional permite traduzir essa informação numa escolha ajustada ao uso real.
Que posso fazer para que os meus pneus durem mais?
Além de manter a pressão correta, rever periodicamente o alinhamento da direção, e a equilibragem das rodas, ajuda a evitar desgastes irregulares, e a conservar a performance do pneu durante mais tempo.
«Manter a pressão correta, verificar o alinhamento e a equilibragem, e evitar travagens e acelerações bruscas, ajuda a prolongar a vida dos pneus», sublinha a Expotyre.
A forma de conduzir também influencia diretamente o desgaste. «Uma condução agressiva pode acelerá-lo muitíssimo, especialmente durante as travagens e em curva», acrescenta.
Por isso, uma condução progressiva, e uma manutenção periódica, não só ajudam a aumentar a duração dos pneus, como contribuem para preservar a estabilidade e a segurança do veículo.
A assessoria também faz parte da segurança
Para a Vulco, substituir os pneus não deveria ser uma mera operação de manutenção, mas uma oportunidade para que o condutor conheça melhor o seu veículo, e aprenda a tirar o máximo partido de um dos elementos mais importantes para a segurança.
O principal valor diferencial da rede de Oficinas Vulco é, precisamente, esse acompanhamento durante toda a vida útil do pneu. Da escolha do produto mais adequado à manutenção preventiva, passando pela verificação das pressões, pelo controlo do desgaste, ou pela assessoria acerca do momento ideal para substituí-los, os especialistas da Vulco ajudam cada condutor a tomar decisões informadas, para conduzir com maior segurança, eficiência e tranquilidade.
