Pistas desafiantes esperam as estrelas do TT mundial

  • Pilotagem supera navegação no bp Ultimate Rally-Raid Portugal
  • Percurso põe à prova as capacidades técnicas dos pilotos

Está praticamente tudo pronto para que pilotos e máquinas do Campeonato do Mundo de Todo-o-Terreno enfrentem as desafiantes pistas que a equipa do Automóvel Club de Portugal definiu para o bp Ultimate Rally-Raid Portugal. Ao longo de seis dias, os concorrentes vão percorrer um total a rondar os 2200 quilómetros, em que mais de metade serão cronometrados.

Os holofotes acendem-se logo no dia 17 de março, terça-feira, para os concorrentes das motos. Estes serão os primeiros a entrar em ação com a realização do prólogo nas imediações de Grândola que servirá, na prática, para definir a ordem de partida para a primeira etapa. No dia seguinte, quarta-feira, toda a caravana entra em competição. A equipa do ACP desenhou um percurso com partida e chegada na vila alentejana. Ainda nesse dia, após a primeira especial, realiza-se o SS2. Este setor tem cerca de três quilómetros, está localizado muito perto do bivouac e é uma excelente oportunidade para o público assistir à passagem dos concorrentes. Além disso, haverá transmissão televisiva em direto.

No dia 19 de março, quinta-feira, a caravana do bp Ultimate Rally-Raid Portugal deixa Grândola e ruma a Espanha, mais concretamente a Badajoz. São quase 400 quilómetros que os concorrentes vão percorrer. Se, em Portugal, os pisos são essencialmente arenosos, na segunda parte do setor seletivo, já em Espanha, as equipas vão percorrer trilhos montanhosos, mas terminam numa zona mais plana entre terrenos essencialmente agrícolas.

A terceira etapa do bp Ultimate Rally-Raid Portugal desenrola-se, na totalidade, em território espanhol. São mais de 300 quilómetros contra o relógio num traçado bastante rápido e com bom piso, embora tenha zonas bastante escorregadias. No regresso a Portugal, no dia seguinte, os pilotos têm pela frente a etapa mais longa desta edição da prova. São quase 650 quilómetros, dos quais 315 contam para a classificação. A dureza do piso será uma constante, embora o início se caracterize por ser mais lento do que o final.

Por fim, quando o bp Ultimate Rally-Raid Portugal assentar arraiais junto ao Estádio do Algarve, as equipas vão competir em terrenos mais serranos. Foi na Serra do Caldeirão que o ACP definiu o penúltimo desafio para os concorrentes que têm nestes cerca de 100 quilómetros uma das últimas oportunidades para fazer a diferença nas respetivas classificações. A competição termina com uma especial bastante curta, mas que será transmitida na televisão. Cumprido o percurso competitivo, a cerimónia de pódio terá lugar na Marina de Vilamoura.

“No bp Ultimate Rally-Raid Portugal, os recursos de pilotagem dos concorrentes acabam por ser mais importantes do que os conhecimentos de navegação. Para se fazer a diferença em pista, é necessário andar mais no limite e isso faz com o espetáculo seja maior. Para esta edição, houve a preocupação de ter um percurso coerente com aquilo que as equipas viram nos dois primeiros anos. Desta vez, tivemos a necessidade de fazer alterações já bem perto da data de partida, por culpa das tempestades que atingiram Portugal em fevereiro. Apesar de tudo, temos a certeza de que vamos ter um percurso exigente, desafiante e muito equilibrado, à imagem do que aconteceu nas edições anteriores. Esperemos que os participantes se divirtam e proporcionem um grande espetáculo aos muitos espetadores que acorram aos setores seletivos para aplaudir as estrelas do todo-o-terreno mundial”, afirmou o diretor de prova, Orlando Romana.

Transmissão televisiva garantida
Parque de assistência aberto ao público

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