Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín 2025 (1ª Etapa) : RAFAEL RÊGO LÍDERA O PRIMEIRO DIA E REGRESSA À LUTA PELO TÍTULO DA PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025

Rafael Rego e Ana Gonçalves prometeram entrar ao ataque neste Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín e cumpriram, mostrando-se os mais rápidos nos três troços hoje corridos, detendo, por isso, já uma substancial vantagem de 33,4 segundos sobre os surpreendentes Dany Carreira / Marco Villas Boas, eles que apenas têm 1 décimo de segundo sobre os seus perseguidores, Guilherme Meireles / Pedro Alves.

Quanto a Ricardo Sousa / Luís Marques, que aqui chegaram como líderes da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025, e decerto a controlar o ímpeto, ocupam a sexta posição, numa luta intensa quer com Gil Antunes / Alexandre Ramos e Iago Gabeiras / Ian Quintana, que estão à sua frente, quer com Francisco Custódio / Paulo Marques, que estão a apenas 1,1 segundos atrás deles.

Num rali com várias batalhas entre o plantel composto por uma dúzia de competitivos PEUGEOT 208 Rally4 que se apresentaram à partida (dos 14 inicialmente inscritos), destaca-se a que opõe as equipas que lutam por um lugar entre os ‘10 mais’, entre os quais os neozelandeses Bryn Jones / Sean Lockyear, estreantes no troféu nacional organizado pela PEUGEOT Portugal, com a logística da Sports & You.

Recorde-se que esta quarta prova (de cinco) da Temporada 2 da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL conta com pontuações extra, fruto da aplicação de um fator de multiplicação às pontuações que normalmente são atribuídas no final de cada prova. Assim, revestem-se de enorme importância as lutas e os resultados que se consigam amanhã (sábado), numa 2ª Etapa em que os concorrentes têm pela frente mais três especiais, percorridas por duas vezes, num total aproximado de 60 km ao cronómetro. 

RAFAEL REGO AO ATAQUE, RICARDO SOUSA NA DEFESA

Os mais rápidos na primeira, na segunda e na terceira Especial deste Rali da Água Transibérico – Eurocidade Chaves-Verín, quarta prova (de cinco) da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2025. Foi assim que Rafael Rêgo começou a prova organizada pelo CAMI – Clube Aventura do Minho, colocando-se no topo da tabela de tempos dos três troços que hoje se cumpriram, Alto Tâmega (6,73 km), Transibérico (16,08 km) e Eurocidades (10,86 km), todos em pisos de asfalto, o terreno de eleição da prova.

Com esse resultado de conjunto, o seu PEUGEOT 208 Rally4 #34 conta já com uma substancial vantagem de mais de meio minuto sobre os seus mais diretos adversários, nomeadamente o 2.º e 3.º classificados – Dany Carreira e Guilherme Meireles, respetivamente – que, numa luta bem mais equilibrada, acabam o primeiro dia do rali separados por 1 décimo de segundo.

Com um segundo e dois terceiros melhores tempos nas três classificativas desta tarde, Carreira suplantou Meireles pela mais mínima das margens, piloto que registou um segundo, um terceiro e um quarto melhores cronos nessas mesmas especiais.

A única exceção no grupo dos três mais rápidos nos três troços do dia foi Gil Antunes, que com isso acaba o dia na 4.ª posição, a 5,3 segundos de uma potencial subida ao pódio, diferença que amanhã irá tentar encurtar.

Atrás deles, separados por 2,7 segundos, vêm o espanhol Iago Gabeiras, piloto que tem mostrado uma enorme regularidade no troféu nacional, e o português Ricardo Sousa, o atual mais pontuado à entrada desta quarta prova do troféu de ralis da PEUGEOT em solo luso e que aqui não quer deitar tudo a perder. Sabe, ainda, que falta um rali para o final da presente época e que ambas as provas contam com pontos extra – há um fator de multiplicação de 1,2 pontos às habituais pontuações atribuídas ao top-10 e também na Power Stage. Por fim, aproveitando a ausência dos seus dois principais adversários na tabela de pontos, o piloto da Prolama quer esperar para ver e atacar se necessário e quando tal se proporcionar.

Logo atrás dele vêm Francisco Custódio e Joni Gonçalves, distando 1,1 e 11,1 segundos, respetivamente, pelo que se antevêem lutas titânicas nos seis troços de amanhã, dando continuidade às batalhas que sempre pautam os troféus de ralis organizados pela marca. Este grupo completa-se com Rafael Antunes, Hélder Miranda, Filipe Nogueira e Bryn Jones, neozelandês que se estreia no troféu nacional, completando a dúzia de pilotos que iniciaram este rali. 

OS SEIS TROÇOS DA 2ª E ÚLTIMA ETAPA DO RALI

Perspetiva-se, assim, um dia de sábado intenso, corrido em ambos os lados da fronteira portuguesa, neste rali com características transibéricas, numa 2ª Etapa em que os concorrentes têm pela frente mais três especiais, todas percorridas por duas vezes, num total aproximado de 60 km ao cronómetro.

A 2ª Etapa deste Rali da Água Transibérico terá os primeiros 15,78 km cronometrados em Espanha, com a Especial de Verín 1, com início às 10h23, regressando-se depois a Portugal para os 12,20 km de Chaves 1, às 11h18, e os 12,15 km de Termas de Chaves 1, às 12h06.

As segundas passagens por estes mesmos troços, por esta mesma ordem, irão depois contribuir para a decisão das posições finais do rali, numa tarde que começa com Verín 2 (14h58) e Chaves 2 (15h53), encerrando-se a contenda com o troço de Termas de Chaves 2 (16h41), troço que servirá de Power Stage.

A cerimónia do pódio, em Chaves, está prevista para as 18h30 nas Caldas de Chaves, celebrando os vencedores de uma prova que se tem mostrado intensa e imprevisível.

** Nota: As horas indicadas referem-se ao primeiro carro na estrada. Horas em Portugal.

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