{"id":7106,"date":"2024-06-11T20:30:57","date_gmt":"2024-06-11T20:30:57","guid":{"rendered":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=7106"},"modified":"2024-06-11T20:30:57","modified_gmt":"2024-06-11T20:30:57","slug":"poetas-e-lobos-em-capitulo-de-final-feliz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=7106","title":{"rendered":"Poetas e lobos em cap\u00edtulo de final feliz\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>L\u00e9s-a-L\u00e9s garantiu&nbsp;<em>&#8216;maioria absoluta&#8217;<\/em>&nbsp;numa das melhores edi\u00e7\u00f5es de sempre<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em dia de elei\u00e7\u00f5es para o parlamento comunit\u00e1rio, foram os cidad\u00e3os europeus presentes no 26.\u00ba Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s os grandes ganhadores. Vit\u00f3ria esmagadora que valeu maioria absoluta no cap\u00edtulo da divers\u00e3o como no gozo na condu\u00e7\u00e3o, do usufruto das paisagens aos locais visitados. E numa jornada que ligou a Covilh\u00e3 a Penafiel, ao longo de pouco menos de 400 quil\u00f3metros, ficam na mem\u00f3ria as rece\u00e7\u00f5es fabulosas com que foram brindados os participantes. Muitos portugueses, mais de 1500, a que se juntaram espanh\u00f3is, su\u00ed\u00e7os, belgas, franceses, alem\u00e3es, italianos, lituanos, brasileiros e indianos. Bafejados por um clima ameno, sem o calor intenso ou as grandes chuvadas dos \u00faltimos anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Os sorrisos rasgados na chegada ao \u00faltimo dos palanques, emoldurado por enorme multid\u00e3o, foram a prova mais evidente do estrondoso sucesso da aventura organizada Federa\u00e7\u00e3o de Motociclismo de Portugal. Mas o empenho exigido por mais de 11 horas de condu\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m estava bem vis\u00edvel! Ali\u00e1s, o aviso estava escarrapachado logo na primeira das 20 p\u00e1ginas do&nbsp;<em>&#8216;road-book&#8217;<\/em>&nbsp;da 3.\u00aa etapa. N\u00e3o deixava grande margem para d\u00favidas e deveria ser levado muito a s\u00e9rio! Assim, como que cumprindo o dito popular de que o&nbsp;<em>&#8216;rabo \u00e9 o pior de esfolar&#8217;<\/em>, o remate deste L\u00e9s-a-L\u00e9s obrigou a trabalhos for\u00e7ados, num percurso lind\u00edssimo, mas praticamente sem uma reta para descansar os bra\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Arredondar pneu foi o lema do \u00faltimo dia da maratona mototur\u00edstica e os elementos da Comiss\u00e3o de Mototurismo n\u00e3o deixaram cr\u00e9ditos por m\u00e3os alheias. Desde bem cedo, logo na travessia do mais imponente maci\u00e7o montanhoso do territ\u00f3rio continental, a caravana come\u00e7ou por abordar as curvas at\u00e9 aos 1500 metros de altitude da Nave de Santo Ant\u00f3nio, o ponto mais alto deste L\u00e9s-a-L\u00e9s. Um&nbsp;<em>at\u00e9 j\u00e1<\/em>&nbsp;aos Lobos da Neve, recordando o local onde foram feitas as primeiras concentra\u00e7\u00f5es covilhanenses antes ainda do nascimento do Moto Clube da Covilh\u00e3, no Sanat\u00f3rio dos Ferrovi\u00e1rios, criado para mitigar os efeitos da tuberculose nos trabalhadores dos caminhos de ferro. Agora transformado em elegante e acolhedora Pousada que viu os mototuristas passarem rumo a Manteigas, entrando num dos concelhos com a floresta mais bem preservada em Portugal, onde n\u00e3o faltam teixos, castanheiros, faias, pl\u00e1tanos, lari\u00e7os-europeus e cedros-do-Oregon.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Para fugir \u00e0 confus\u00e3o gerada pelas obras na N338, a conhecida estrada do Vale Glaciar, a op\u00e7\u00e3o passou por um caminho n\u00e3o asfaltado, sem p\u00f3 e com boa tra\u00e7\u00e3o, obrigando apenas a velocidades ligeiramente mais reduzidas mas que permitiram apreciar mais serenamente paisagens de cortar a respira\u00e7\u00e3o. A Estrela continua a surpreender mesmo aqueles que por l\u00e1 passaram muitas vezes, incluindo os que j\u00e1 conheciam a espetacular cascata do Po\u00e7o do Inferno. Onde as \u00e1guas da ribeira de Leandres se despenham numa queda de mais de 10 metros pelas corneanas, essas forma\u00e7\u00f5es rochosas criadas pelo contacto da \u00e1gua ao longo de milhares de anos. E cuja beleza mais evidenciou a estreiteza do local, criando um engarrafamento digno da hora de ponta de qualquer grande cidade.<br><br><strong>O dia de todos os lobos<\/strong><br><br>Da\u00ed at\u00e9 Manteigas, foi um instante para aproveitar a frescura do rio Z\u00eazere, no Parque da V\u00e1rzea, ainda nos primeiros dos mais de 200 km quil\u00f3metros da sua caminhada at\u00e9 ao Tejo, onde desagua pr\u00f3ximo de Const\u00e2ncia. \u00c9 o segundo maior rio nascido em territ\u00f3rio portugu\u00eas, ap\u00f3s o Mondego, curiosamente cruzado poucos quil\u00f3metros depois, e alimenta tr\u00eas barragens de elevada produtividade energ\u00e9tica. E onde um dos quatro totalistas, com presen\u00e7a carimbada nas 26 edi\u00e7\u00f5es, o ex-autarca de Lamego, \u00c2ngelo Moura, fez um balan\u00e7o sucinto, mas extremamente esclarecedor. &#8220;Esta foi a melhor edi\u00e7\u00e3o da \u00faltima d\u00e9cada e, talvez, uma das melhores de sempre. O percurso escolhido foi fabuloso e o tempo ajudou e muito!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Meteorologia que n\u00e3o podia ser melhor para a pr\u00e1tica da modalidade, com temperaturas a rondar os 20\u00ba C durante o dia, ainda que ligeiramente mais frescas no arranque madrugador da Covilh\u00e3. Com o Norte no horizonte, assinalou-se o regresso a uma estrada utilizada h\u00e1 20 anos, no 5.\u00ba L\u00e9s-a-L\u00e9s, at\u00e9 Folgosinho, desfrutando das belezas da Serra da Estrela antes da entrada no gran\u00edtico planalto beir\u00e3o via Fornos de Algodres. Um&nbsp;<em>sobe-e-desce<\/em>&nbsp;numa estrada de asfalto a brilhar de novo e com mais paisagens deslumbrantes, entrecortado pela despedida aos entusiastas elementos do MC Covilh\u00e3 Lobos da Neve. Que, para pastores experimentados, mostraram alguma falta de jeito, tendo perdido o rebanho algures nas serranias&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Continuando envolvido por uma paisagem de bucolismo refor\u00e7ado por algum nevoeiro, entre verdejantes pastagens e o cinzento gran\u00edtico, o pelot\u00e3o encontraria, logo de seguida, dois marcos importantes desta tirada: a divertida Estrada das Beiras (N17) e, de novo, o rio Mondego. Para, por entre aldeias briosas pontilhadas por casas de pedra de aspeto senhorial, encontrar o mais r\u00e1pido caminho para Aguiar da Beira. Vila de grande impon\u00eancia hist\u00f3ria, onde n\u00e3o faltam pelourinhos, torres ameadas ou a torre do rel\u00f3gio al\u00e9m da igreja da Senhora da Lapa e a frincha entre dois penedos onde s\u00f3 cabe quem n\u00e3o tenha cometido pecados. Que, acabou por n\u00e3o ser visitada, obrigando a um ligeiro desvio que acabaria por ser aceite pelos mototuristas. Afinal, o O\u00e1sis instalado em Moimenta da Beira, Capital da Ma\u00e7\u00e3 de Montanha e terra de ado\u00e7\u00e3o de Aquilino Ribeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Junto ao grupo escult\u00f3rico que homenageia o escritor nascido em Sernancelhe (Viseu) e que aos 10 anos foi viver na aldeia moimentense de Soutosa, o pelot\u00e3o foi surpreendido com uma enorme festa mesmo em frente aos Pa\u00e7os do Concelho. Onde nem faltaram os grupos de concertinas Vale do T\u00e1vora e a Orquestra CemNotas para animar o grupo antes da descida panor\u00e2mica para Tabua\u00e7o, descobrindo as primeiras vinhas da mais antiga regi\u00e3o demarcada vitivin\u00edcola do Mundo. E onde alguns motociclistas ficaram presos pela passagem do pelot\u00e3o de ciclismo profissional que por ali disputava o Grande Pr\u00e9mio do Douro Internacional. Mas podem ficar contentes porque protagonizaram uma verdadeira estreia. \u00c9 que esta foi a primeira vez, em 26 anos sublinhe-se, que o L\u00e9s-a-L\u00e9s foi parado por uma corrida de bicicletas!<br><br><strong>Escritores e eleitores&#8230; em mobilidade<\/strong><br><br>Com a grande aventura a aproximar-se do final, tempo para novas serranias, com a descida at\u00e9 vale do rio T\u00e1vora, para o O\u00e1sis em Tabua\u00e7o. Onde mais m\u00fasica, desta feita com o grupo de concertinas de T\u00e1vora, animou o bailarico, r\u00e1pido mas intenso. Porque havia que continuar a descida ao Pinh\u00e3o, aproveitando apenas 3,4 km de N222 mas exatamente no s\u00edtio mais interessante do ponto de vista paisag\u00edstico. E ali registaram-se, sem grande surpresa, &nbsp;as temperaturas mais elevados do dia, ainda assim com frescos 27.\u00ba C, bem longe dos 47,5.\u00ba C que valem o recorde de temperatura m\u00e1xima em territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Mas o Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s n\u00e3o vive s\u00f3 de paisagens e trata de evidenciar o lado cultural do nosso Pa\u00eds. Assim, depois de Jos\u00e9 Saramago, em 2023, e de Aquilino Ribeiro em Moimenta da Beira, viria ainda a homenagem a Miguel Torga. Na subida a Sabrosa, com paragem no miradouro com o nome do autor, de onde \u00e9 poss\u00edvel desfrutar de uma vista excelente sobre a Foz do Pinh\u00e3o, e logo de seguida em S\u00e3o Martinho de Anta, terra do m\u00e9dico-escritor. E onde alguns participantes foram \u00e0 Junta de Freguesia para exercer o seu dever c\u00edvico, fazendo uso da possibilidade de voto em mobilidade para as Elei\u00e7\u00f5es Europeias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Rumo a novas serranias, a caravana atravessou Vila Real, em passo de corrida, mas com tempo para vislumbrar a montagem do famoso Circuito Internacional, que, no \u00faltimo fim de semana de junho, recebe a 52\u00aa edi\u00e7\u00e3o das corridas de autom\u00f3vel. Sem tempo a perder, seguia-se a Serra do Alv\u00e3o, onde o nevoeiro roubou alguma da espetacularidade do Parque Natural, mas criou um ambiente m\u00edstico patana passagem por Lamas de Olo, ajudando a perceber o que s\u00e3o os lameiros, n\u00e3o terrenos cheios de lama, mas sim prados irrigados com engenhosa rede de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para rega, impedindo a forma\u00e7\u00e3o de gelo.<br><br><strong>Prociss\u00f5es e outras aventuras radicais<\/strong><br><br>Mas o Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s \u00e9 uma verdadeira caixinha de surpresas e os&nbsp;<em>imprevistos<\/em>, mesmo os bem organizados, podem acontecer ao virar qualquer curva. Ou mesmo numa reta! Como ter a estrada cortada por uma prociss\u00e3o dedicada a S\u00e3o Galo, organizada pela Comiss\u00e3o de Festas dos Moto Galos de Barcelos, contando com a presen\u00e7a de sua Emin\u00eancia, o Bispo, e com m\u00fasica a condizer. Um espet\u00e1culo de imagina\u00e7\u00e3o e empenho dos moto clubes que refor\u00e7a o car\u00e1ter \u00fanico do Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s, criando forte anima\u00e7\u00e3o onde menos se espera. E que, al\u00e9m de saciar o apetite os est\u00f4magos, alimentam a alma com enorme anima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A comida, essa estava mais \u00e0 frente, em Cavez, com O\u00e1sis montado nas margens do T\u00e2mega, exatamente onde desagua o a afluente ribeira de Moimenta. As bifanas e a prova de vinho verde (s\u00f3 uma amostra, como conv\u00e9m a quem conduz!) refor\u00e7aram o \u00e2nimo para seguir viagem pela excelente N205, rumo \u00e0 P\u00f3voa de Lanhoso ao extremo norte deste L\u00e9s-a-L\u00e9s. Pelo meio, poucos foram os que repararam, \u00e0 passagem por Rossas, num dos mais antigos museus nacionais dedicados \u00e0 hist\u00f3ria das duas rodas e que merece uma visita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Que ficou para pr\u00f3xima ocasi\u00e3o porque, agora, estava marcada a visita ao fabuloso parque de atividades radicais DiverLanhoso, espa\u00e7o com 170 hectares de \u00e1rea e um &#8216;slide&#8217; de 350 m. Que ningu\u00e9m p\u00f4de experimentar, at\u00e9 porque mais uma dose de adrenalina aos participantes no L\u00e9s-a-L\u00e9s poderia deixar marcas&#8230;<br><br><strong>Bombeiros na festa do castelo e ajuda divina<\/strong><br><br>Com Penafiel cada vez mais perto, a passagem por Guimar\u00e3es revelou outro momento alto desta edi\u00e7\u00e3o do Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s. \u00c9 que, se&nbsp;<em>fora de casa<\/em>&nbsp;Os Conquistadores fazem o que fazem, com inesquec\u00edveis controlos, era f\u00e1cil adivinhar a dimens\u00e3o da festa dentro de portas. Uma simples fotografia com o castelo como pano de fundo foi suficiente para montar uma enorme festa, com toda a corte real e um presidente (Gaspar Marques) disfar\u00e7ado de cavaleiro do reino. \u00c0s fotografias e \u00e0 m\u00fasica acompanhada pelas damas da corte, juntou um cami\u00e3o-grua dos bombeiros, chamados de urg\u00eancia para salvar&#8230; um&nbsp;<em>&#8216;drone&#8217;<\/em>. Obra e gra\u00e7a do cidad\u00e3o brasileiro Lucenildo Alexandre Azevedo que, a cumprir a estreia no evento, queria registar tudo at\u00e9 ao mais \u00ednfimo pormenor. Verdadeiramente euf\u00f3rico, garantiu que vai voltar &#8220;depois de legalizar a Triumph Tiger 1200 que trouxe do Brasil, em 2019&#8221;. Cuja matr\u00edcula dava bem nas vistas, at\u00e9 pela raridade face \u00e0s espanholas, francesas ou outras&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">E que, tal como muitos dos estrangeiros presentes, ficou espantado com rece\u00e7\u00f5es como a que aconteceu em Vizela. Onde descobriu o sabor do tradicional bolinhol, oferecido no jardim do Parque das Termas, criado entre 1884 e 1886 e que possui uma quantidade de \u00e1rvores gigantes como nenhum outro parque ou jardim portugu\u00eas. Verdadeiro pulm\u00e3o da cidade (desde 1998) que \u00e9 Rainha Termal de Portugal, cujas termas remontam ao tempo dos romanos e onde come\u00e7ou a ser feito o balan\u00e7o de mais uma presen\u00e7a no Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s, pensando na chegada a Penafiel depois de fazer tantas horas de condu\u00e7\u00e3o como aquelas que dariam para chegar at\u00e9 \u00e0 capital Dinamarca, Copenhaga. E, com a b\u00ean\u00e7\u00e3o da Senhora do Sameiro, atravessar o palanque de chegada numa edi\u00e7\u00e3o que cumpriu as promessas de exig\u00eancia, para motociclistas aventureiros e rijos, independentemente da m\u00e1quina utilizada. \u00c9 que o L\u00e9s-a-L\u00e9s continua a ser uma aventura para todas as motos, mas n\u00e3o para todos os motociclistas&#8230; A prova mais evidente \u00e9 que os participantes aproveitaram mais do que nunca, os servi\u00e7os da equipa Osteomotus para colocar os m\u00fasculos no s\u00edtio e garantir uma viagem tranquila at\u00e9 casa. Que s\u00f3 a\u00ed termina a grande aventura!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>L\u00e9s-a-L\u00e9s garantiu&nbsp;&#8216;maioria absoluta&#8217;&nbsp;numa das melhores edi\u00e7\u00f5es de sempre Em dia de elei\u00e7\u00f5es para o parlamento comunit\u00e1rio, foram os cidad\u00e3os europeus presentes no 26.\u00ba Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s os grandes ganhadores. Vit\u00f3ria esmagadora que valeu maioria absoluta no cap\u00edtulo da divers\u00e3o como no gozo na condu\u00e7\u00e3o, do usufruto das paisagens aos locais visitados. 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