{"id":7100,"date":"2024-06-11T20:24:17","date_gmt":"2024-06-11T20:24:17","guid":{"rendered":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=7100"},"modified":"2024-06-11T20:24:17","modified_gmt":"2024-06-11T20:24:17","slug":"quando-as-promessas-sao-cumpridas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=7100","title":{"rendered":"Quando as promessas s\u00e3o cumpridas!"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>Portugal L\u00e9s-a-L\u00e9s leva\u00a0<em>&#8216;fiesta&#8217;<\/em>\u00a0mototurista bem para l\u00e1 das fronteiras<\/strong><br><br>Numa verdadeira ode ao mototurismo, a 2.\u00aa etapa do 26.\u00ba Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s, a mais longa de 2024, levou uma caravana muito heterog\u00e9nea de \u00c9vora \u00e0 Covilh\u00e3, num dia marcado pelo cumprimento de v\u00e1rias promessas. Desde logo pela anunciada divers\u00e3o ao longo de um pouco mais de 400 quil\u00f3metros de estradinhas de deliciosa condu\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m pela expetativa gerada pelo clima. O c\u00e9u pl\u00fambeo, de um tom de cinza intimidat\u00f3rio, esteve todo o dia no horizonte dos aventureiros, mas a amea\u00e7a n\u00e3o se cumpriu e apenas umas pingas de chuva, j\u00e1 com a serra da Estrela \u00e0 vista, levaram alguns imperme\u00e1veis a sair das malas.<br><br>Nada que tenha importunado os sempre precavidos motociclistas que, desde a fresca e madrugadora sa\u00edda da Arena D&#8217;\u00c9vora rodaram sob agrad\u00e1veis temperaturas primaveris, rondando os 20\u00ba C durante quase todo o dia. Jornada menos dura e mais rolante do que na v\u00e9spera, com\u00a0<em>&#8216;apenas&#8217;<\/em>\u00a09 horas e meia de condu\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do Alto Alentejo, com passagem pelo Crato at\u00e9 Vila Velha de Rod\u00e3o. Despedida sentida, rodeando as muralhas da cidade reconhecida pela UNESCO como Patrim\u00f3nio Mundial, rumo \u00e0 r\u00e1pida e ondulante N18, entre sobreiros, cedros e azinheiras, olhando de soslaio sobre \u00c9voramonte, Estremoz, Sousel, Fronteira e Alter do Ch\u00e3o com o seu belo castelo.<br><br>Viagem que come\u00e7ou com uma paisagem mais verde do que o normal para esta \u00e9poca do ano, gra\u00e7as \u00e0s chuvas tardias e onde a neblina matinal quase encobria um facto extremamente curioso. \u00c9 que a mais antiga moto presente no evento organizado pela Federa\u00e7\u00e3o de Motociclismo de Portugal fumegava um pouco mais do que o costume. A indestrut\u00edvel Jawa 250 Perak, fabricada em 1952 na ex-Checoslov\u00e1quia, estava a consumir&#8230; gas\u00f3leo! Uma distra\u00e7\u00e3o do sempre confiante H\u00e9lder Alves que, na 12\u00aa presen\u00e7a no L\u00e9s-a-L\u00e9s aos comandos da Jawa garantiu que &#8220;n\u00e3o seria por utilizar um combust\u00edvel diferente que a moto ia ficar pelo caminho&#8221;. E, a verdade, \u00e9 que n\u00e3o ficou, prosseguindo viagem rumo \u00e0 &#8216;Manchester portuguesa&#8217; n\u00e3o sem antes parar na pequena e bonita aldeia de Flor da Rosa.<br><br>Onde a BMW Motorrad proporcionou um refor\u00e7o do pequeno-almo\u00e7o, comido ali, nos relvados debruados de casinhas brancas e amarelas, ou esticando as pernas na visita ao pa\u00e7o e antigo convento, transformado em Pousada da Flor da Rosa.<br>\u00a0<br><strong>Arquitetura para todos os gostos<\/strong><br>\u00a0<br>No entanto, era desaconselhado gastar demasiada concentra\u00e7\u00e3o com a mistura arquitet\u00f3nica deste edif\u00edcio, que junta necessidades religiosas, civis e militares, em estilos t\u00e3o diversos como o g\u00f3tico, manuelino, mud\u00e9jar, renascentista e contempor\u00e2neo. \u00c9 que a excelente estrada at\u00e9 ao Tejo tinha muitas e boas curvas, com os n\u00edveis de adrenalina a serem repostos um pouco depois de Vila Velha do Rod\u00e3o, no O\u00e1sis da Honda, num belo jardim junto ao rio e com vistas sobre as Portas do Rod\u00e3o.<br><br>Paragem retemperadora antes de seguir viagem at\u00e9 ao renovado espa\u00e7o envolvente da Torre do Rei Wamba, onde as espetaculares vistas sobre as Portas do Rod\u00e3o ficaram algo encobertas pelas nuvens que teimavam em esconder o sol. Junto \u00e0 fortifica\u00e7\u00e3o criada para impedir invas\u00f5es \u2013 mas que n\u00e3o chegou para parar os franceses em 1807 \u2013 os Motards do Ocidente deram um ar da sua gra\u00e7a, recordando a lenda da maldi\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada pela condenada mulher do rei visig\u00f3tico, morta atada a uma pedra de m\u00f3 lan\u00e7ada pela colina abaixo.<br><br>Par\u00f3dia que teve de ser explicada calmamente e com alguma m\u00edmica a Pierluigi Uberti e Antonella Barone, um casal de italianos, apaixonado pelo nosso Pa\u00eds e que, h\u00e1 5 anos, trocaram a It\u00e1lia natal por Portim\u00e3o. \u00c1vidos por descobrir as paisagens e hist\u00f3rias de Portugal, descobriram o L\u00e9s-a-L\u00e9s em 2023 e, entusiasmados, repetiram agora a dose. Felizes por haver sempre algu\u00e9m que ajuda a decifrar as lendas e costumes, mas tamb\u00e9m com o novo\u00a0<em>&#8216;road-book&#8217;<\/em>\u00a0eletr\u00f3nico DMD2. Inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica que, sem abdicar de todas as informa\u00e7\u00f5es que criaram a fama destes livrinhos de itiner\u00e1rios durante 25 anos, facilita a navega\u00e7\u00e3o.<br><br>&#8220;Agora tudo \u00e9 muito mais f\u00e1cil, indicando os quil\u00f3metros at\u00e9 ao ponto seguinte, enquanto com o papel era tudo complicado, um verdadeiro stress&#8221;, conta Pierluigi. Que acrescenta que &#8220;apesar de alguma confus\u00e3o do pr\u00f3prio sistema quando os caminhos se cruzam ou sobrep\u00f5em, criando informa\u00e7\u00e3o de erros onde estes n\u00e3o existem, a verdade \u00e9 agora a pendura pode apreciar a paisagem tranquilamente e divertir-se&#8221;. Divers\u00e3o que haveriam de viver de forma intensa um pouco mais \u00e0 frente no percurso.<br>\u00a0<br><strong>Homenagens eternizadas em granito<\/strong><br>Da escarpa sobranceira ao Tejo e de grande import\u00e2ncia estrat\u00e9gica desde o S\u00e9c. XII, houve que arrepiar caminho at\u00e9 Tinalhas, atrav\u00e9s de bem asfaltadas estradas. J\u00e1 no concelho de Castelo Branco, na pequena aldeia com cerca de 500 habitantes, os 30 s\u00f3cios do grupo Motard D&#8217;Atestar mostraram a forte liga\u00e7\u00e3o ao motociclismo, perpetuada no granito, seja na homenagem ao Padre Jos\u00e9 Fernando ou na interpreta\u00e7\u00e3o do Cumprimento Motard como no Arcanjo S\u00e3o Rafael, protetor e padroeiro de todos os motociclistas.<br><br>Uma rece\u00e7\u00e3o simplesmente fabulosa onde n\u00e3o faltou enorme anima\u00e7\u00e3o, refor\u00e7ada pela presen\u00e7a do grupo Trotto Saltarello, interpretando novas variantes, bem modernas, da m\u00fasica medieval, juntando instrumentos de cordas, sopro e percuss\u00e3o. Festa a que se associou a NEXX, com divertido jogo de argolas, onde a pontaria mais certeira era premiada com golas ou t-shirts, revelando inusitadas estrat\u00e9gias para enfiar os aros nos respetivos pinos. E houve tamb\u00e9m lugar a repara\u00e7\u00f5es de fortuna em alguns dos capacetes fabricados na Anadia, com disponibiliza\u00e7\u00e3o de viseiras, parafusos, forros e outras pe\u00e7as.<br><br>Presen\u00e7a que n\u00e3o passou despercebida em Tinalhas foi a do presidente da C\u00e2mara Municipal de Castelo Branco. &#8220;Agradavelmente surpreendido pelo dinamismo e dimens\u00e3o do Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s&#8221;, Leopoldo Martins Rodrigues garante a continuidade da colabora\u00e7\u00e3o com o GM D&#8217;Atestar, &#8220;liga\u00e7\u00e3o muito interessante, com pessoas que gostam de motos e da sua terra e que v\u00eam valorizando Tinalhas ao longo dos anos&#8221;. Para o autarca, &#8220;esta passagem do L\u00e9s-a-L\u00e9s foi um desafio ganho, mas existem outras ideias e projetos. Est\u00e3o a ser procuradas as condi\u00e7\u00f5es para que, numa pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o, seja poss\u00edvel pernoitar em Castelo Branco de modo a termos uma presen\u00e7a ainda maior e mais forte desta fam\u00edlia motocicl\u00edstica&#8221;.<br>\u00a0<br><strong>Entre o divino e o profano<\/strong><br>\u00a0<br>Prote\u00e7\u00e3o divina, esta da estatu\u00e1ria de Tinalhas, que levou em seguran\u00e7a total o colorido pelot\u00e3o na incurs\u00e3o em terras espanholas atrav\u00e9s da fronteira de Monfortinho sobre o rio Erges, depois de passar Zebras e Orca, mas tamb\u00e9m Monsanto e Penha Garcia, com refer\u00eancia obrigat\u00f3ria \u00e0s filmagens do\u00a0<em>&#8216;blockbuster&#8217;<\/em>\u00a0Guerra dos Tronos: Casa do Drag\u00e3o. J\u00e1 do\u00a0<em>lado de l\u00e1<\/em>, atrav\u00e9s de uma estrada de excelente asfalto, grande divers\u00e3o pela Serra da Gata, atravessando as ruelas mais estreitas de Cilleros, mas sem tempo para dar ouvidos ao\u00a0<em>&#8216;road-book&#8217;<\/em>\u00a0que encorajava uma escapadinha a San Martin de Trevejo, pitoresca aldeia de arquitetura medieval.<br><br>O tempo era necess\u00e1rio para visitar as instala\u00e7\u00f5es da Motoval em Valverde del Fresno, onde foram manifestamente cumpridas as promessas de\u00a0<em>&#8216;una gran fiesta&#8217;<\/em>. Depois de cumprimentar o representante da Dunlop que h\u00e1 v\u00e1rios anos apoia o L\u00e9s-a-L\u00e9s e assistir a uma t\u00e3o divertida quanto desajeitada demonstra\u00e7\u00e3o de dan\u00e7a sevilhana, o regresso a Portugal foi feito por Penamacor.<br><br>Que necessitou de alguma gin\u00e1stica para acolher a passagem da grande caravana no renovado espa\u00e7o do centro hist\u00f3rico e no castelo de Penamacor. Onde, al\u00e9m do \u00faltimo O\u00e1sis do dia, estava prometida a grande aventura, numa descida de tr\u00eas min\u00fasculos degraus de pedra ap\u00f3s a panor\u00e2mica volta ao castelo na Vila do Madeiro.<br><br>Paragem para respirar um pouco antes de atacar os \u00faltimos quil\u00f3metros novamente pela N18 at\u00e9 \u00e0 Covilh\u00e3, cidade muito amiga dos motociclistas e que \u00e9 privilegiada porta de entrada na Serra da Estrela. Com passagem no local da concentra\u00e7\u00e3o invernal dos MC da Covilh\u00e3 Lobos da Neve e no maior cerejal do Pa\u00eds, com as mais de 50 mil cerejeiras da Quinta das Rasas. Cujas cerejas foram oferecidas no palanque final, junto ao Est\u00e1dio Municipal Jos\u00e9 dos Santos Pinto, tamb\u00e9m local para um jantar extremamente agrad\u00e1vel. Cuja digest\u00e3o foi feita, por alguns dos mototuristas, com um passeio pela Capital dos Lanif\u00edcios, aproveitando o final de tarde e in\u00edcio da noite para apreciar a arte urbana na cidade com mais murais por metro quadrado.<br><br>\u00daltimos momentos de descontra\u00e7\u00e3o no 26.\u00ba Portuga de L\u00e9s-a-L\u00e9s antes da \u00faltima etapa que levar\u00e1 os resistentes desde a Covilh\u00e3 at\u00e9 Penafiel, numa tirada longa e muito exigente, com uma m\u00e9dia hor\u00e1ria que ser\u00e1 muito baixa. Mas onde as paisagens e muito motivos de interesse ajudar\u00e3o a superar o esfor\u00e7o que se exige numa verdadeira aventura. Uma aventura \u00e0 moda antiga&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal L\u00e9s-a-L\u00e9s leva\u00a0&#8216;fiesta&#8217;\u00a0mototurista bem para l\u00e1 das fronteiras Numa verdadeira ode ao mototurismo, a 2.\u00aa etapa do 26.\u00ba Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s, a mais longa de 2024, levou uma caravana muito heterog\u00e9nea de \u00c9vora \u00e0 Covilh\u00e3, num dia marcado pelo cumprimento de v\u00e1rias promessas. 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