{"id":28563,"date":"2026-05-05T15:31:16","date_gmt":"2026-05-05T15:31:16","guid":{"rendered":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=28563"},"modified":"2026-05-05T15:31:47","modified_gmt":"2026-05-05T15:31:47","slug":"estudo-mobilidade-2026-eletricos-representam-81-dos-perfis-mais-competitivos-em-custo-total-de-utilizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=28563","title":{"rendered":"Estudo Mobilidade 2026: el\u00e9tricos representam 81% dos perfis mais competitivos em custo total de utiliza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Os 100% el\u00e9tricos apresentam uma poupan\u00e7a m\u00e9dia de 19% face \u00e0s restantes motoriza\u00e7\u00f5es na matriz de TCO da Ayvens<\/strong><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 16px; text-align: justify;\">Os BEV atingem 23,2% de quota de mercado em Portugal, um crescimento de 17% face a 2025;<\/span><\/strong><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 16px; text-align: justify;\">91% dos perfis com menor custo no segmento de ve\u00edculos de passageiros correspondem a motoriza\u00e7\u00f5es eletrificadas.<\/span><\/strong><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 16px; text-align: justify;\">A rede p\u00fablica de carregamento em Portugal regista 24 ve\u00edculos por carregador, o dobro da m\u00e9dia europeia (12);<\/span><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>Ayvens<\/strong> divulgou o <strong>Estudo Mobilidade 2026<\/strong>, que confirma a tend\u00eancia estrutural de eletrifica\u00e7\u00e3o das frotas empresariais e refor\u00e7a que os ve\u00edculos 100% el\u00e9tricos (BEV) e h\u00edbridos plug-in (PHEV) continuam a ser a op\u00e7\u00e3o mais competitiva em termos de custo total de utiliza\u00e7\u00e3o (TCO). De acordo com o estudo, as motoriza\u00e7\u00f5es eletrificadas representam <strong>81% dos perfis mais competitivos<\/strong> da matriz de TCO da Ayvens, mantendo-se acima dos 80% pelo quarto ano consecutivo, para os perfis e pressupostos considerados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No segmento dos ve\u00edculos de passageiros, a tend\u00eancia \u00e9 ainda mais expressiva, sendo que <strong>91% dos perfis com menor TCO correspondem a motoriza\u00e7\u00f5es eletrificadas<\/strong>, restando apenas cinco perfis onde a gasolina se mant\u00e9m como a op\u00e7\u00e3o mais competitiva. Na quilometragem de refer\u00eancia para frotas (30.000 km\/ano), os BEV destacam-se como a solu\u00e7\u00e3o mais competitiva em todos os oito segmentos analisados de ve\u00edculos de passageiros. Embora esta tend\u00eancia se verifique desde 2023, em 2026 os ve\u00edculos 100% el\u00e9tricos apresentam uma <strong>poupan\u00e7a m\u00e9dia de 19%<\/strong> face ao TCO das restantes motoriza\u00e7\u00f5es, recuperando face a 2025, ano em que essa poupan\u00e7a se situava nos 16%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num cen\u00e1rio em que o condutor depende exclusivamente da rede p\u00fablica de carregamento, a competitividade dos BEV mant\u00e9m-se robusta, embora des\u00e7a de 48 para 39 perfis na matriz, ou seja, de 76% para 62%. Neste contexto, bastante realista para muitos utilizadores, a gasolina ganha relev\u00e2ncia nos dois segmentos de entrada (utilit\u00e1rio e utilit\u00e1rio SUV), onde a sensibilidade ao custo energ\u00e9tico \u00e9 maior. Ainda assim, <strong>67% dos perfis continuam a favorecer motoriza\u00e7\u00f5es eletrificadas<\/strong>, evidenciando a sua resili\u00eancia mesmo em condi\u00e7\u00f5es menos favor\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Estudo Mobilidade 2026 evidencia tamb\u00e9m o impacto da fiscalidade e dos modelos de utiliza\u00e7\u00e3o. Em cen\u00e1rios de utiliza\u00e7\u00e3o mista, por exemplo, no caso de uma empresa atribuir um ve\u00edculo el\u00e9trico a um colaborador cuja utiliza\u00e7\u00e3o seja 50% profissional e 50% particular, a dedu\u00e7\u00e3o de apenas 50% do IVA da loca\u00e7\u00e3o n\u00e3o retira a competitividade das motoriza\u00e7\u00f5es eletrificadas, que continuam a <strong>dominar a matriz de TCO em 73% dos perfis analisados<\/strong>. Face \u00e0 matriz base, verifica-se apenas um recuo de 8 pontos percentuais na competitividade dos BEV e PHEV.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>Os resultados do estudo confirmam que, atualmente, a eletrifica\u00e7\u00e3o das frotas empresariais \u00e9 mais do que uma tend\u00eancia e constitui uma realidade consolidada em termos de competitividade. Os ve\u00edculos eletrificados apresentam vantagens consistentes ao n\u00edvel do TCO, refor\u00e7ando o seu papel como solu\u00e7\u00e3o preferencial na gest\u00e3o de frotas. A sua plena ado\u00e7\u00e3o depender\u00e1 da capacidade de adapta\u00e7\u00e3o da infraestrutura \u00e0s exig\u00eancias crescentes da mobilidade el\u00e9trica. Na Ayvens, continuaremos a manter o compromisso de disponibilizar solu\u00e7\u00f5es que apoiem as empresas nesta evolu\u00e7\u00e3o.<\/em>\u201d, destaca <strong>Ant\u00f3nio Oliveira Martins, Diretor-geral da Ayvens Portugal.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No panorama europeu, as <strong>vendas de BEV cresceram cerca de 30% em 2025<\/strong>, face ao ano anterior, atingindo 17,4% do mercado total e ultrapassando definitivamente o diesel, cuja quota caiu para 8,9%, de acordo com os dados de mercado referidos no estudo. J\u00e1 em Portugal, os BEV alcan\u00e7aram <strong>23,2% de quota de mercado<\/strong>, representando um crescimento de 17% face ao ano anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar desta evolu\u00e7\u00e3o, o estudo assinala uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento dos BEV no <em>renting<\/em> em 2025 (-0,6 p.p. face a 2024). Esta evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 explicada pela chegada tardia de modelos do segmento B, prevista para 2026, com pre\u00e7os mais competitivos e autonomias mais ajustadas \u00e0s necessidades das frotas, bem como pelas limita\u00e7\u00f5es da rede p\u00fablica de carregamento, sobretudo para utilizadores sem acesso a infraestrutura privada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Ayvens sublinha ainda que, atualmente, cerca de <strong>40% da oferta de ve\u00edculos de passageiros j\u00e1 \u00e9 eletrificada<\/strong>, incluindo 28% de BEV. Em contrapartida, a <strong>oferta diesel caiu 36% desde 2020<\/strong>, representando hoje apenas 18% do mercado, sendo praticamente inexistente nos segmentos B e C. A eletrifica\u00e7\u00e3o \u00e9 particularmente expressiva nos segmentos D e E, onde atinge uma m\u00e9dia de 84%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo destaca ainda a rede p\u00fablica de carregamento como um dos principais desafios \u00e0 transi\u00e7\u00e3o. <strong>Portugal regista cerca de 24 ve\u00edculos por carregador<\/strong>, o dobro da m\u00e9dia europeia (12), evidenciando um desfasamento entre o crescimento da frota el\u00e9trica e a expans\u00e3o da infraestrutura. A velocidade de crescimento do parque de el\u00e9tricos \u00e9 muito superior \u00e0 velocidade de crescimento da rede de carregamento. O resultado \u00e9 uma discrep\u00e2ncia crescente entre a oferta e a procura de pontos de carregamento, traduzida n\u00e3o apenas em dificuldades para os utilizadores, mas tamb\u00e9m num ambiente concorrencial menos din\u00e2mico no mercado de carregamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a Ayvens, o Estudo Mobilidade 2026 refor\u00e7a a import\u00e2ncia de uma abordagem estrat\u00e9gica \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica nas frotas, destacando n\u00e3o apenas a competitividade econ\u00f3mica dos el\u00e9tricos, mas tamb\u00e9m os desafios associados \u00e0 infraestrutura e \u00e0 adequa\u00e7\u00e3o da oferta \u00e0s necessidades reais das empresas. O estudo foi desenvolvido com o objetivo de apoiar gestores de frota e decisores estrat\u00e9gicos na tomada de decis\u00f5es informadas, num contexto de r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o da mobilidade empresarial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os 100% el\u00e9tricos apresentam uma poupan\u00e7a m\u00e9dia de 19% face \u00e0s restantes motoriza\u00e7\u00f5es na matriz de TCO da Ayvens Os BEV atingem 23,2% de quota de mercado em Portugal, um crescimento de 17% face a 2025; 91% dos perfis com menor custo no segmento de ve\u00edculos de passageiros correspondem a motoriza\u00e7\u00f5es eletrificadas. 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