{"id":14577,"date":"2025-03-12T21:11:17","date_gmt":"2025-03-12T21:11:17","guid":{"rendered":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=14577"},"modified":"2025-03-12T21:11:17","modified_gmt":"2025-03-12T21:11:17","slug":"estudo-demonstra-que-fadiga-e-sonolencia-sao-responsaveis-por-30-dos-acidentes-rodoviarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contarotacoes.com\/?p=14577","title":{"rendered":"Estudo demonstra que fadiga e sonol\u00eancia s\u00e3o respons\u00e1veis por 30% dos acidentes rodovi\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fadiga, Sonol\u00eancia e Dist\u00farbios do Sono &#8211; Que impacto na Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria? <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma an\u00e1lise da Realidade Portuguesa.<\/strong><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Cerca de 1 em cada 4 condutores apresenta sonol\u00eancia excessiva;<\/li>\n<li>1 em cada 5 condutores t\u00eam um elevado risco de sofrer de Apneia do Sono;<\/li>\n<li>1 em cada 3 condutores j\u00e1 conduziu num estado de sonol\u00eancia extrema;<\/li>\n<li>9,4% dos condutores adormeceram ao volante.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Preven\u00e7\u00e3o Rodovi\u00e1ria Portuguesa (PRP), em parceria com a VitalAire, divulgou os resultados do estudo \u201cFadiga, Sonol\u00eancia e Dist\u00farbios do sono &#8211; Que impacto na Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria? &#8211; Uma an\u00e1lise da Realidade Portuguesa.\u201d, realizado em dezembro de 2024 junto de 1002 condutores em Portugal, e que revela uma realidade preocupante que carece de sensibiliza\u00e7\u00e3o para os perigos reais mas subvalorizados, medidas de mitiga\u00e7\u00e3o e tratamento adequado dos dist\u00farbios do sono.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo analisou os h\u00e1bitos de condu\u00e7\u00e3o e revelou que 58% dos condutores conduziram pelo menos uma vez no ano anterior quando estavam demasiado cansados e que 33% conduziram t\u00e3o sonolentos que tinham dificuldades em manter os olhos abertos. O estudo destaca ainda que 9,4% dos condutores adormeceram ao volante enquanto conduziam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os condutores profissionais, trabalhadores por turnos e jovens est\u00e3o particularmente vulner\u00e1veis \u00e0 fadiga na condu\u00e7\u00e3o, devido a hor\u00e1rios irregulares e a estilos de vida que aumentam o risco de sonol\u00eancia ao volante. Embora 86,9% dos condutores reconhe\u00e7am que n\u00e3o se deve conduzir com sono e 91,4% admitam que essa condi\u00e7\u00e3o aumenta o risco de acidente, 9,6% afirmam que continuariam a conduzir mesmo cansados e 18,4% acreditam que conseguem faz\u00ea-lo em seguran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os condutores demonstram reconhecer o elevado risco da condu\u00e7\u00e3o sob fadiga: 80,5% consideram arriscado conduzir quando se est\u00e1 cansado e 90,6% quando se est\u00e1 sonolento. No entanto, 5,2% ainda consideram aceit\u00e1vel conduzir quando t\u00eam dificuldade em manter os olhos abertos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo destaca ainda que 8,4% dos condutores estiveram envolvidos em, pelo menos, um acidente rodovi\u00e1rio no \u00faltimo ano, sendo que destes, 29,7% apontam o cansa\u00e7o ou a sonol\u00eancia como a principal causa do \u00faltimo acidente. Quanto aos quase-acidentes, 44,9% dos condutores afirmam ter tido, pelo menos, um nos \u00faltimos 12 meses, com 20,9% desses casos associados \u00e0 fadiga ou sonol\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados revelam que 26% dos condutores apresentam n\u00edveis de sonol\u00eancia excessiva. J\u00e1 1 em cada 5 condutores apresentam alto risco de sofrer de apneia do sono, sendo que 10,7% relataram j\u00e1 ter sido diagnosticados com algum dist\u00farbio do sono. Destes, destacam-se a ins\u00f3nia (53%) e a apneia do sono (41%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 essencial investir em campanhas de sensibiliza\u00e7\u00e3o e de preven\u00e7\u00e3o relativamente aos perigos da fadiga e da sonol\u00eancia na condu\u00e7\u00e3o, com destaque para o impacto dos dist\u00farbios do sono principalmente a Ins\u00f3nia e a Apneia Obstrutiva do Sono, assim como\u00a0 a import\u00e2ncia do seu tratamento adequado\u201d, afirma Jorge Correia, Diretor-geral da VitalAire Portugal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA fadiga \u00e9 um fator de risco significativo, compar\u00e1vel \u00e0 condu\u00e7\u00e3o sob influ\u00eancia de \u00e1lcool, excesso de velocidade e distra\u00e7\u00e3o, contribuindo para uma percentagem consider\u00e1vel de acidentes rodovi\u00e1rios. Embora com menos notoriedade, o investimento no tratamento dos dist\u00farbios do sono \u00e9 fundamental para contribuir para a preven\u00e7\u00e3o da sonol\u00eancia diurna e, consequentemente, reduzir o risco de acidentes ao volante\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as estrat\u00e9gias mais comuns para combater a fadiga ao volante, destaca-se abrir as janelas ou ligar o ar condicionado (40,8%), parar para comer, fazer exerc\u00edcio ou relaxar sem dormir (34,6%), aumentar o volume do r\u00e1dio (34,3%), beber cafe\u00edna ou tomar comprimidos de cafe\u00edna (28,9%) e conversar com os passageiros (25,2%). No entanto, as medidas, como parar para dormir uma sesta (11,2%) ou pedir a um passageiro para assumir a condu\u00e7\u00e3o (13,0%), s\u00e3o das menos adotadas, apesar de serem consideradas altamente eficazes por 82,5% e 86,5% dos condutores, respetivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alain Areal, Diretor-geral da Preven\u00e7\u00e3o Rodovi\u00e1ria Portuguesa (PRP) destaca, \u201ceste estudo revela que a fadiga na condu\u00e7\u00e3o \u00e9 um problema preocupante a n\u00edvel nacional. Um em cada tr\u00eas condutores declararam ter conduzido com sonol\u00eancia extrema. Muitos condutores subestimam os riscos e sobrestimam as suas capacidades para lidar com a fadiga, utilizando estrat\u00e9gias ineficazes que aumentam o risco de acidente. \u00c9 essencial sensibilizar os condutores sobre as causas, efeitos e sintomas da fadiga, por meio de campanhas e programas de educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, s\u00e3o necess\u00e1rias medidas complementares, como melhorias na infraestrutura (\u00e1reas de repouso, guias sonoras), fiscaliza\u00e7\u00e3o, incentivo ao uso de ve\u00edculos com sistemas avan\u00e7ados de assist\u00eancia ao condutor (ADAS) e dete\u00e7\u00e3o de fadiga, e maior enfoque das empresas na gest\u00e3o do risco associado \u00e0 fadiga na condu\u00e7\u00e3o. Uma abordagem integrada \u00e9 crucial para reduzir os acidentes relacionados \u00e0 fadiga.\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/contarotacoes.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Estudo_Fadiga-Sonolencia-e-Disturbios-do-Sono.pdf\">Estudo_Fadiga, Sonol\u00eancia e Dist\u00farbios do Sono<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fadiga, Sonol\u00eancia e Dist\u00farbios do Sono &#8211; Que impacto na Seguran\u00e7a Rodovi\u00e1ria? Uma an\u00e1lise da Realidade Portuguesa. 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