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  • Desde a sua fundação em 1919, a Citroën colocou sempre o conforto no topo das suas prioridades, proporcionando comodidade e prazer aos que viajam nos seus veículos. Esta estratégia está totalmente presente nos dias de hoje através do programa Citroën Advanced Comfort®.
  • Para a Citroën, o conforto é um conceito que vai muito para além da simples comodidade: abrange todos os aspetos da vida a bordo do automóvel, desde os bancos e suspensões até à acústica ou à configuração simples e intuitiva do posto de condução, dotado das tecnologias mais avançadas. O objetivo é oferecer uma experiência única que combina conforto, segurança e versatilidade.
  • Atualmente, o programa Citroën Advanced Comfort® congrega o trabalho da Marca em áreas como comportamento dinâmico, acústica, ergonomia, qualidade do ar, escolha de materiais, modularidade e aproveitamento do espaço, com um único objetivo: garantir o máximo bem-estar físico e mental.

Como refere Nuno Marques, Diretor da Citroën Portugal e Espanha, “Com o seu programa Citroën Advanced Comfort®, a marca adapta aos nossos tempos a sua tradição centenária de conforto e espírito inconformista, através de uma abordagem única: num automóvel, o conforto deve garantir o maior bem-estar físico e mental a todas as pessoas que viajam a bordo. Bancos, suspensões, materiais, espaço, modularidade e tecnologia não são projetados de forma isolada, são concebidos como um todo, de forma a oferecer a experiência única de desfrutar de um Citroën.” 

Transformar a experiência de viajar a bordo de um Citroën numa cápsula de conforto. Esta ideia resume os objetivos do programa Citroën Advanced Comfort®, a iniciativa que dá continuidade a 100 anos de inovação da Marca e que levou a avanços decisivos na forma como utilizamos e sentimos o automóvel. Atualmente, este programa traduz-se em soluções concretas e inovadoras em elementos como suspensões, acústica e bancos, onde o conforto, materiais e ergonomia foram alvo de um profundo cuidado. Também se manifesta na forma de pensar e projetar o espaço, caracterizado pela amplitude, luminosidade e versatilidade. Ao volante, o trabalho tem sido desenvolvido no sentido de oferecer bem-estar e um menor esforço mental, com comandos acessíveis e o recurso a tecnologias intuitivas, com funções de ajuda à condução extremamente úteis no dia a dia e que oferecem continuidade com o universo digital de cada um, dentro e fora do veículo.

Esta filosofia adapta-se totalmente ao processo de eletrificação da gama Citroën, que deu os seus primeiros passos com o SUV Citroën C5 Aircross Hybrid e com a inovadora solução de mobilidade Citroën Ami - 100% ëlectric, modelos que beneficiam do silêncio e da ausência de vibrações que distinguem a propulsão elétrica.

O Citroën C5 Aircross Hybrid oferece um desempenho eletrizante graças à combinação de um motor a gasolina PureTech 180 CV, um motor elétrico de 80 kW e uma caixa automática ë-EAT8, proporcionando, em conjunto, uma potência de 225 CV e um binário de 320 Nm, disponível instantaneamente. Tudo isto é complementado por um ecossistema intuitivo e fácil de usar que inclui uma gestão automática dos modos de condução, carregamento fácil, portal de serviços conectados específicos e ainda uma modularidade de referência. O SUV C5 Aircross Hybrid é o modelo mais modular e versátil do seu segmento, graças aos 3 bancos traseiros individuais, deslizantes, reclináveis e dobráveis e a um volume de bagageira entre os melhores da sua classe, com uma capacidade que varia entre os 460 e os 600 litros.

O Citroën Ami - 100% ëlectric, que surpreende com a sua nova abordagem de mobilidade urbana, reflete plenamente o programa Citroën Advanced Comfort®. A luminosidade do seu habitáculo, a sua configuração interior com dois bancos simétricos e escalonados que aumentam a sensação de espaço e facilitam a liberdade de movimentos, a proliferação de espaços de arrumação, a sua posição de condução, a sua estabilidade e o seu habitáculo fechado e climatizado, permitem desfrutar da cidade de forma segura, protegida e descontraída.

O programa Citroën Advanced Comfort® não podia abdicar dos bancos, o elemento do automóvel com o qual mais estamos em contacto. São eles que proporcionam as primeiras sensações de bem-estar, seja quando olhamos para os mesmos ou quando os utilizamos a bordo. Para além do seu papel em termos de apoio do corpo, os bancos desempenham ainda um papel fundamental na filtragem das diferentes vibrações do veículo, inerentes ao mesmo ou provenientes de deformações na estrada.

Logo desde o inicio da sua atividade, a Marca deu sempre grande importância a estes elementos, como ficou demonstrado pelos bancos acolchoados do Type A de 1919, a utilização dos bancos como forma de publicitar o refinamento e o conforto do Citroën C4 Grand Luxe de 1931, ou a originalidade dos bancos do Citroën 2 CV, que podiam ser retirados do veículo e utilizados como objetos de lazer ao ar livre.

Esta obsessão histórica da Citroën foi concretizada nos bancos Advanced Confort®, presentes em modelos como o SUV C5 Aircross ou na berlina C4 Cactus. A sua inovadora espuma de alta densidade otimiza o conforto, mesmo após várias horas de utilização, oferecendo uma comodidade acolhedora desde o primeiro momento. O conforto postural foi um dos aspetos mais trabalhados, destacando-se as costas largas, o apoio reforçado, as regulações em altura e, no caso do banco do condutor, a regulação do apoio lombar. Graças à utilização de diferentes camadas de materiais específicos, como a espuma em poliuretano, macia ou texturizada, os bancos adaptam-se perfeitamente à morfologia dos passageiros, para além de gerar um acolchoamento sem igual. Revestidos com materiais acolchoados específicos, estes novos bancos oferecem aos passageiros um conforto sem precedentes. No seu desenvolvimento foram estudados conceitos como a denominada “memória das formas”, habitualmente aplicada nos colchões e no calçado desportivo, mas até agora sem aplicação no automóvel.

A ligação ao solo e o comportamento em estrada são dois elementos de conforto que se tornaram, há décadas, numa marca registada da Citroën. As constantes pesquisas da Marca neste campo levaram ao desenvolvimento de suspensões de Batentes Hidráulicos Progressivos®, solução que obrigou ao registo de 20 patentes. O seu funcionamento baseia-se na adoção de dois batentes hidráulicos, um de extensão e outro de compressão, em ambos os lados de cada amortecedor e que, uma vez combinados com a mola e o amortecedor, conferem ao veículo maior liberdade de movimento e reduzem progressivamente os movimentos da carroçaria. O resultado consiste num efeito “tapete voador”, no qual o carro parece sobrevoar a estrada, qualquer que seja o estado do piso. Graças a esta engenhosa solução técnica, os modelos Citroën do futuro irão oferecer um conforto superior em todos os segmentos e em todos os mercados, dos compactos urbanos aos modelos topo de gama.

Com esta inovação, a Marca prossegue na senda de verdadeiros marcos na história do automóvel, como o motor flutuante, desenvolvido na década de 1920, ou a suspensão hidropneumática estreada no Citroën Traction 15 Six, de 1954.

A ergonomia da posição de condução é outro dos pontos-chave do programa Citroën Advanced Comfort® e das pesquisas dos engenheiros da marca ao longo do último meio século. Um caminho iniciado com o Citroën CX, todo ele um verdadeiro compêndio de espírito prático e sentido estético, onde todos os comandos do veículo foram colocados ao alcance do condutor, que pode, assim, aceder facilmente a todas as informações de que precisa quando está ao volante, através de um painel de instrumentos em forma de meia lua.

Atualmente, a chegada aos diversos modelos da gama Citroën dos ecrãs sensíveis ao toque (touchscreens) e das mais avançadas ajudas à condução, contribuiu para aumentar a conforto mental e de utilização proporcionado pelos veículos da marca.

100 ANOS DE CONFORTO CITROËN EM RESUMO

Poucos serão os construtores de automóveis capazes de apresentar uma tradição de inovação tão consistente em prol do conforto, atributo que foi, desde sempre, a imagem de marca dos automóveis da Automobiles Citroën desde que, em 1919, o primeiro deles foi para a estrada. Se, historicamente, o conceito de “conforto” levou ao desenvolvimento de bancos mais suaves e com melhor apoio, sistemas de suspensão para absorção de irregularidades e amortecedores capazes de isolar os passageiros das piores superfícies de estradas, no século XXI passou a abranger um amplo domínio de características, levando à estreia de novos materiais e de tecnologias mais avançadas, com o intuito de criar novas experiências para condutores e passageiros.

Para o efeito, a Marca enquadrou a sua especialização em conforto com base num novo projeto de desenvolvimento, conhecido como programa Citroën Advanced Comfort®, visando quatro objetivos para aumentar esse conforto a bordo dos seus novos modelos:

  • Conforto de condução: filtrar as interferências exteriores para obter um rolamento suave e um habitáculo tranquilo e silencioso;
  • Conforto de vida: simplificar a vida a bordo com espaços de arrumação funcionais, inteligentes e generosos;
  • Conforto funcional: criar uma condução mais confortável, colocando um maior ênfase nas tecnologias, assistências à condução e sistemas de conectividade;
  • Conforto de espírito: assegurar a paz de espírito do condutor e dos passageiros através de ecrãs de informação de fácil leitura e um ambiente interior descontraído, de forma a incrementar o prazer de condução.

Com um forte foco nas suspensões e nos bancos como os elementos-chave para aumentar o conforto em andamento, muitas das suas inovações, pioneiras neste capítulo, acabaram por estar diretamente relacionadas com esta nova abordagem, pelo que, olhando para trás, é fácil constatar isso mesmo. Senão vejamos!

  • As grandes novidades no Citroën Type A – Em 1919, o lançamento do verdadeiro primeiro automóvel produzido em massa na Europa traduziu-se em mais equipamento, mais conforto e novos luxos, tais como motor de arranque, bancos almofadados e luzes elétricas. O Type A tinha um novo sistema de suspensão com molas semi-elíticas invertidas, adaptadas para trabalhar concertadamente entre si e sem necessidade de amortecedores. Já nessa altura, o conforto dinâmico e de condução da Citroën era claramente superior.
  • Um Citroën Type C direcionado ao público feminino – Em 1922, André Citroën procurou tornar o automóvel num produto ainda mais confortável, para que os ocupantes desfrutassem de bancos que não fossem apenas lisos e corridos, até levando em linha de conta as preferências femininas, condutoras de então. Com bancos mais sumptuosos, o Type C apelava, assim, às mulheres graças à sua direção, descomplicada e leve, e à facilidade para entrar e sair do habitáculo com o vestuário da época. Até a publicidade da Citroën de então era já dirigida a esse grupo de clientes.
  • Novas soluções no B10 e no B14 – Na década de 1920, a Citroën produziu modelos com carroçaria em aço, como o B10, com maior rigidez estrutural e um habitáculo melhor isolado do ambiente exterior, bem como o B14, que introduziu travões servo-assistidos, uma enorme inovação para a época e que tornou a travagem mais fácil e eficaz.
  • Máxima rentabilização do espaço interior. Em 1923, o B2Type oferecia aos seus clientes a opção de mais bancos ou mais espaço na bagageira, numa primeira tentativa de propor um habitáculo modular. O C3Type “Torpedo” era um 2 lugares, mas oferecia um terceiro banco rebatível, atrás do lugar do condutor, criando, de acordo com as necessidades, mais espaço para bagagem ou para um passageiro. Em 1924, surgiu a configuração “Trefle” (do tipo trevo de três folhas), com um terceiro banco fixo montado no centro do habitáculo, atrás dos dois bancos dianteiros, com espaço de arrumação de ambos os lados.
  • Luxo incrementado nos AC4, AC6 e C6 Berline – Introduzidos em 1928, os dois primeiros contavam com acabamentos e equipamentos mais luxuosos, para no ano seguinte o C6 surgir com diversos acessórios de ajuda à condução e soluções de luxo para os passageiros, além de uma carroçaria ainda mais rígida.
  • Motor Flutuante no C4, C6 e ‘Rosalie’ – A Citroën foi o primeiro construtor europeu a montar os seus motores sobre apoios em borracha, para reduzir as vibrações no habitáculo, sistema que ficou conhecido como “Moteur Flottant”. Frequentemente mencionada como uma invenção americana, esta ideia foi, de facto, desenvolvida por dois franceses e para sublinhar a sua comercialização e mais-valias André Citroën deu instruções para que neles se aplicasse um emblema de um cisne, em representação da suavidade e serenidade da sua dinâmica.
  • Traction Avant, um concentrado de soluções – Em 1934, época do “Luxe et Style”, a Citroën introduziu vastas novidades de design e conceção, todas concentradas num único modelo que causou enorme sensação: o Traction Avant. Conhecido em Portugal como “Arrastadeira”, por ser tão baixo e, portanto, estar mais rente à estrada, foi o primeiro automóvel familiar do mundo com tração dianteira, carroçaria monobloco em aço, montada por soldadura, e com desenho altamente aerodinâmico a ser produzido em massa. Com maior rigidez e segurança, transformou por completo o conforto de condução e o comportamento dinâmico, assegurando um isolamento acústico do habitáculo. A sua suspensão dianteira independente, um avançado sistema de suspensão traseira e travões hidráulicos eram outras das suas valências. Confortável e ergonómico, o habitáculo contava com um novo tipo de bancos e o seu piso plano e a ausência de túnel de transmissão criavam mais espaço para os ocupantes dos lugares da frente. Também os novos pneus Michelin “Pilote”, com paredes reforçadas – os primeiros de baixo perfil do mundo – que contribuíram para o seu maior conforto. Estreou, também, uma nova geração de bancos em que a estrutura e o almofadado tinham uma conceção totalmente inédita.
  • Traction Avant de chassis longo – Com uma maior distância entre eixos, contava com 7 lugares e uma variante com quinta porta traseira de levantar, sendo, possivelmente, o primeiro modelo com portão traseiro (hatchback) a ser produzido em série.
  • A simplicidade confortável do 2CV – Ícone do mundo automóvel, o 2CV, o chamado modelo básico da Citroën, destacava-se pela sua enorme simplicidade. Apesar disso, o conforto era uma das suas mais-valias, não só pela suspensão, igualmente simples, mas avançada, que lhe assegurava um conforto inigualável entre os seus pares, ao mesmo tempo que os seus passageiros usufruíam de bancos de novo design, do tipo cadeira de rede, altamente confortáveis, integrados num interior adaptável e modular. Com bancos amovíveis, capota de abrir, piso lavável e espaço de carga extensível, o 2CV pode muito bem ser classificado como o modelo que deu início à tendência para desenhar habitáculos funcionais e tecnológicos, há mais de meio século.
  • A suspensão hidropneumática dos DS 19, 21, 23 – Apresentado em 1955 no Salão de Paris, o DS 19 tinha uma carroçaria de aerodinâmica revolucionária que reduzia os consumos, os níveis de ruído e melhorava a estabilidade. Ainda mais significativo em termos de engenharia era o novo sistema de suspensão hidráulica (ou hidropneumática), da autoria de Paul Mages, que gerava uma “almofada de ar” capaz de absorver até as piores irregularidades da estrada, dando-lhe um rolamento do tipo “tapete voador”. A suspensão possuía uma bomba acionada pelo motor, que enviava, a elevada pressão, um óleo mineral para as esferas inertes de gás com elementos auto-nivelantes de cada roda. Este sistema sem molas eliminava a aspereza da fricção entre os elementos de metal na suspensão, ao mesmo tempo que servia de assistência para os travões e para a direção, e também para o acionamento da caixa de velocidades. A suspensão permitia aumentar e diminuir a distância ao solo, num processo que permitia ao DS servir como o seu próprio “macaco” na eventualidade de um furo. Garantia uma dinâmica única, isolava os seus ocupantes do desgaste e cansaço do exterior e mantinha o carro sempre nivelado, reduzindo a inclinação em curva, num constante equilíbrio aerodinâmico.
  • O requinte “Dunlopillo” dos bancos do DS – O empenho da Citroën em termos de conforto incluía bancos requintadamente desenhados e construídos, almofadados com a espuma especial “Dunlopillo”, cujas propriedades de densidade e extensão únicas se adaptavam, na perfeição, às características da suspensão.
  • Suspensão hidropneumática mais evoluída nos SM, GS, XM e CX – Com o seu formato de torpedo, este Grande Tourisme de duas portas também apostou na suspensão hidropneumática, garantindo-lhe estilo e conforto, fruto de um rolamento firme e maior controlo da carroçaria, gerando um conforto supremo. Já o GS alcançou o título de “Carro do Ano” na Europa em 1971, sendo elogiado pela sua dinâmica digna de uma limousine, sendo diretamente comparado com os modelos mais confortáveis do mundo à época, tal era a qualidade do seu comportamento dinâmico. O sistema de suspensão evoluiu depois no CX, a primeira verdadeira berlina/coupé de 4 portas e 4 lugares do mundo com suspensão hidropneumática, também ele eleito “Carro do Ano” em 1975.
  • Nova geração de bancos “Dunlopillo” – Adotados pelos sucessores do DS (SM, no GS, XM e CX), estes eram bancos extraordinariamente confortáveis, oferecendo um tipo de almofadado macio e firme nas zonas de apoio das coxas e das pernas e um acolchoamento especial na zona lombar. Naqueles modelos, a Citroën oferecia também o seu luxuoso tecido “Jersey”, material ainda mais confortável e totalmente inovador no mercado, num nível de conforto tão grande como o seu impacto visual.
  • Bancos poltrona de avião ou tipo bacquet – Com amplo espaço para as pernas dos passageiros que viajam atrás, o CX Prestige foi o primeiro Citroën a oferecer esta solução nos lugares traseiros, com apoios elevados para os pés. Em sintonia com o seu estatuto Grand Tourisme, o SM apresentava bancos tipo bacquet em cabedal, desenhados de forma a garantir conforto e apoio ao corpo dos ocupantes, qualquer que fosse a distância. Posteriormente, o Citroën C6 “Grand Luxe”, produzido entre 2006 e 2012, acrescentou a reclinação elétrica aos bancos traseiros, podendo os seus utilizadores regular, longitudinalmente e de forma remota, os bancos da frente de modo a criar o seu próprio salão: a personificação de um certo tipo de “Citroënism(o)”.
  • A suspensão Hydractive II, III e III+ – A suspensão hidropneumática alcançou o seu expoente eletrónico nos anos 1990, no XM, modelo com mais controlo eletrónico no conforto em andamento, seguindo-se uma adaptação no Xantia Activa, modelo que eliminava as oscilações longitudinais e o rolamento da carroçaria. Mais tarde, os modelos C5 Hydractive III+ e C6 elevaram ainda mais as credenciais do conforto da Citroën, definindo novos padrões em termos de conforto de condução.
  • Suspensão de Batentes Hidráulicos Progressivos™ – Esta tecnologia fez a sua estreia mundial no C5 Aircross comercializado na China, contando com amortecedores inteligentes, técnicas de controlo das vibrações e articulações dos braços de suspensão ultra-compatíveis, de forma a filtrar mais eficazmente quaisquer imperfeições da estrada. Em substituição das tradicionais molas, amortecedores e batentes mecânicos, a tecnologia de amortecimento progressivo da Citroën adiciona dois batentes hidráulicos por roda – para extensão e compressão – de forma a assegurar o conforto de condução nos mais recentes modelos da marca.
  • Os novos bancos do tipo “sofá” – A primeira geração do C4 Cactus introduziu no mercado e na gama Citroën novos bancos dianteiros do tipo “sofá”, genial adaptação dos primeiros bancos dianteiros corridos. Com um design Advanced Comfort, inovação 100% Citroën, os bancos amplos e generosos dos novos C3, SUV C3 Aircross, SUV C5 Aircross e C4 Cactus, elevaram o conforto a uma nova dimensão, quase dando a sensação de estarmos nas poltronas de casa. Proporcionam maior conforto, tanto visual quanto em termos de postura, com um acolchoamento de efeito gráfico e apoio lombar (ajustável no lado do condutor). Ajustáveis em altura, o seu conforto é proporcionado por uma espuma acolhedora revestida de um tecido mais espesso na superfície, resultando numa superfície macia e suave.

OS OUTROS DOMÍNIOS DO CONFORTO

A conceção dos bancos continua, no presente, a oferecer as tradicionais características de suavidade e firmeza da Citroën, aliadas a revestimentos especiais e a novas funções de conforto e de segurança. Por outro lado, na era moderna, suspensões e estruturas sofisticadas aliam-se a diversas características do habitáculo, tais como ajuste do apoio lombar, bancos com massagem elétrica, apoios de pés com regulação elétrica, e até uma função relax. Para a Citroën, o conforto de condução é tão importante agora como sempre o foi.

Mas e os restantes fatores de conforto, como os espaços de arrumação ou o chamado conforto funcional? Para a Citroën estes dois capítulos mereceram, desde a sua fundação, igual importância, contribuindo para o todo do conforto dos modelos produzidos pela marca francesa. Nos primeiros, a Citroën desenvolveu diversas novas ideias e soluções em termos de um espaço interior capaz de satisfazer as necessidades das famílias modernas, entre bolsas especiais, gavetas debaixo dos bancos, porta-luvas de grandes dimensões e compartimentos no tejadilho, (do tipo avião), proporcionando-se sempre aos utlizadores algo mais em termos de arrumação.

  • Os primórdios dos espaços de arrumação – Já no C-Type de 1923 era possível antever o potencial para os pequenos espaços, explorando-se, nos modelos que se seguiram, outras soluções inteligentes no que respeita à conceção de um habitáculo prático e versátil, com destaque para o 2CV, que adoptou um tipo de habitáculo altamente prático, com um espaço de carga totalmente adaptável.
  • Soluções inovadoras de arrumação no porta-luvas – O CX tinha um grande tabuleiro alojado no tablier e o XM, tal como muitos outros Citroën a partir daí, integrava um grande cacifo. As últimas versões do GS tinham, em opção, um porta-luvas amovível que podia ser fixado no painel ou nas portas, ou usado como pasta porta-documentos.
  • Portão traseiro com arrumação – Em 2003, o C2 introduziu um portão traseiro de dupla abertura (único na classe) que integrava um pequeno compartimento de arrumação na metade inferior, para pequenos objetos, que, assim, não andavam soltos pela bagageira.
  • Conceito de arrumação “Modutop” – Antecipado por um trio de protótipos – Coupé de Plage, Berline Bulle e Grand Large – mostrados no Salão de Paris de 1996, o Berlingo introduziu um novo patamar de arrumação prática, com diversas fomas de alojar volumosos equipamentos desportivos (tais como pranchas de surf e esquis), bem como um interior amigo da família, com soluções de arrumação adaptáveis. Quando foi lançado no mercado, o Berlingo (versão de produção do concept ‘Grand Large’) introduziu o conceito de arrumação “Modutop” no tejadilho, solução que criou 170 litros de espaço de arrumação extra no tejadilho para todos os passageiros, solução ideal para arrumar tudo o que uma família pode a vir a precisar para se manter ocupada numa viagem longa.
  • O gancho para malas de mão – Mesmo as coisas mais simples, como o gancho para pendurar uma mala de mão no C4, tornaram os habitáculos da Citroën mais fáceis de lidar no quotidiano do que muitos dos seus rivais.

Todos estes detalhes fazem a diferença no que toca à experiência de posse de um modelo Citroën. Atualmente, a arrumação dos dispositivos digitais e a conectividade são tão importantes para os clientes como foram, no passado, os espaços de arrumação inovadores. É o chamado conforto funcional, combinação entre um habitáculo altamente ergonómico e fácil de usar, com uma tecnologia intuitiva e fácil de operar, algo que esteve sempre no centro da conceção dos seus veículos, revolucionando dois dos elementos funcionais críticos: o volante e o painel de instrumentos.

  • Volante com o cubo central fixo – Nos primeiros anos do século XXI, a Citroën assumiu a liderança com este conceito inovador, aplicando-no no C4, C4 Picasso e C5. Com a proliferação das tecnologias de bordo a originar painéis de instrumentos cada vez mais saturados, muitos construtores começaram a deslocar alguns comandos para o volante. O design inteligente da Citroën girava em volta de um ponto central estático, com um painel de comandos concentrado e de fácil acesso, numa linha de visão direta. Os comandos da Citroën eram estáticos, sendo visíveis e mais fáceis de utilizar.
  • Faróis direccionais – Estreados em 1967 no modelo DS, a Citroën abriu caminho a outra inovação, de enorme ajuda na condução noturna, pois acompanhava os movimentos da direção, iluminando a estrada na frente do veículo. Mais tarde, dois dos seis faróis do SM, nivelados hidraulicamente, tinham a mesma função. Este tipo de iluminação surge hoje com “faróis inteligentes” nos modelos do presente, mas foram introduzidos há muito tempo pela Citroën para melhorar o conforto acessível e funcional dos seus topo de gama.
  • Botões de controlo do tipo ‘teclado’ – Os comandos ergonomicamente avançados e a inovadora conceção dos tabliers permitiram incorporar tecnologias para melhorar o conforto do condutor. Os modelos GS, GSA, CX e BX apresentaram, todos eles, comandos ergonomicamente avançados e botões de controlo do tipo 'teclado' para as principais funções.
  • Sistema ‘satéllite’ – As últimas versões do GSA e o Visa também integravam um sistema de controlo único, que agrupava os principais comandos na ponta dos dedos do condutor, permitindo-lhe não tirar as mãos do volante para os acionar.
  • Painel de instrumentos “Lunule” – O CX foi pioneiro na utilização de plástico moldado de ligação estética entre o painel de instrumentos, a consola e os painéis das portas. O painel “Lunule”, em forma de ‘disco voador’, dispunha os comandos de forma crescente ao redor do volante, representando um novo patamar de evolução do conforto da funcionalidade.
  • Velocímetro revolucionário – Integrado no CX, era composto por um tambor rotativo iluminado e uma lente mostrava a velocidade do veículo numa janela específica, solução que permitia ao condutor ver o velocímetro apenas num piscar de olhos e muito mais depressa do que num indicador tradicional de agulha.
  • Plástico moldado e comandos deslizantes – Quase 20% dos componentes da carroçaria do BX de 1982 eram de materiais plásticos, enquanto o habitáculo apresentava uma arquitetura em plástico moldado com comandos nas pontas dos dedos e do tipo deslizante.
  • Instrumentação e mostradores digitais – O lançamento do BX Digit (1985) traduziu-de no verdadeiro precursor da instrumentação digital dos nossos dias. O modelo contava com os primeiros comandos e mostradores digitais do mundo, juntamente com a sua instrumentação digital tipo “ecrã de TV”. O verdadeiro painel de instrumentos digital estreou-se no Xsara Picasso, evoluindo-se, desde então, o sistema para os diferentes modelos da gama.
  • Head-up display – O C6 apresentou o primeiro “head-up display” (HUD) da Citroën, com a informação mais importante projetada no pára-brisas, para uma maior facilidade de leitura. Os sistemas HUD têm, desde então, aparecido em muitos outros modelos mais recentes.
  • Touchscreens – A simplicidade é o principal elemento dos painéis de informação dos modelos atuais. Os comandos conectados por toque (touchscreen) igualam a funcionalidade dos smartphones e estabelecem a ligação do condutor e do passageiro com o mundo exterior, com a integração direta do telemóvel possibilitada pelos ecrãs MirrorLink e sistemas Apple CarPlay® e Android Auto®.

À medida que vamos passando cada vez mais tempo a bordo dos nossos carros, combater o stress e a fadiga, ao mesmo tempo que se melhora o “conforto de espírito”, torna-se fundamental. Nesse sentido, a Citroën criou espaços calmos e requintados onde a sofisticação da ergonomia e da funcionalidade servem de filtro ao ambiente externo. O conforto de espírito é alcançado pela redução da carga mental sobre o condutor, combinando ajudas à condução inteligentes com habitáculos de design leve e espaçoso.

  • Manuais do proprietário – Os automóveis Citroën foram os primeiros a oferecer esta documentação, de modo a que o maior número possível de proprietários soubesse como operar e manter corretamente os seus veículos. Os condutores de veículos Citroën habituaram-se, desde sempre, a saber que qualquer problema seria facilmente diagnosticado.
  • Luminosidade – Para a Citroën, a luz e o ambiente a bordo são elementos chave do conforto de espírito, com interiores concebidos para aligeirar a carga mental do condutor, melhorando a perceção das cores no habitáculo, alterar humores e melhorar a sensação de calma e serenidade. Na Citroën, tem influenciado os seus modelos há mais tempo do que se possa imaginar: da capota de enrolar do 2CV, do Dyane e do C1 Airscape, ao tejadilho adaptável do Pluriel e ao amplo tejadilho em vidro do Berlingo Modutop. O DS de 1955 tinha pilares estreitos e uma vasta superfície vidrada, o GS e o CX pilares traseiros em vidro, enquanto o XM tinha 13 secções em vidro para a entrada de luz no habitáculo. O protótipo Xanae, que antecipou os futuros monovolumes compactos – os então C4 Picasso e Grand C4 Picasso, hoje C4 Spacetourer e Grand C4 Spacetourer – contava com um avançado pára-brisas de grandes dimensões e um amplo tejadilho em vidro. Nos modelos atuais os tejadilhos em vidro adaptáveis e a todo o comprimento transformam, igualmente, o ambiente interior dando-lhes uma excecional iluminação e sensação de espaço.
  • Materiais acolhedores, macios e suaves, decorações modernas e acabamentos de classe – Destacando os seus modelos da corrente dominante, o inovador DS representou uma das primeiras aplicações de moldes sintéticos no tablier, num design interior de cores claras e vivas. O primeiro C4 Picasso dispunha de um “Pack Lumière” com efeitos para aumento da luz interior. Hoje, as atuais luzes de tejadilho “Cielo” e um conjunto de efeitos especiais proporcionam um reforço, enquanto ambientadores perfumados e purificadores de ar contribuem para a criação de ambientes únicos. No passado recente o exemplo vem do C4 Cactus, modelo que lançou um novo estilo interior no mercado: funções digitais, touchscreen de comando com funções intuitivas, bancos inspirados em sofás, novos materiais e uma arquitetura interior do tipo open-air, etc.
  • Ajudas à condução – O conforto de espírito está também patente no conjunto de ajudas eletrónicas ao condutor hoje disponíveis nos modelos da Citroën. Existe um grau de confiança em possuir um veículo que está ativamente atento a potenciais perigos, e que, subsequentemente, ajuda os condutores a evitar esses mesmos perigos. Exemplos são muitos, do primeiro sistema europeu de aviso de saída de faixa de rodagem, função vibratória no banco, que os modelos C4, C5 e C6 dos anos 2000 estrearam, à função Head-Up Display (HUD), hoje presente em todos os modelos, a travagem de segurança ativa (Active Safety Brake), controlo de velocidade adaptativo, sistema de monitorização do ângulo morto, sistemas de monitorização da pressão dos pneus, assistente de arranque em inclinação, Park Assist semi-automáico, luzes automáticas, Condução semi-autónoma.

CINCO EXEMPLARES QUE ILUSTRAM O PRESENTE DO CONFORTO CITROËN 

Em apenas dois anos, a Citroën lançou 5 novos modelos – C3, C4 Cactus, Berlingo, C3 Aircross e C5 Aircross – que se destacam pelo seu design único e pela experiência incomparável de conforto. São espelhos do atual patamar em que se encontra o programa Citroën Advanced Comfort®, e o conforto é a pedra angular dos seus processos de desenvolvimento, num conjunto que beneficia de um verdadeiro efeito de casulo a bordo – filtragem da estrada, conforto dos bancos, direção suave, acústica, luminosidade, conectividade, armazenamento inteligente, etc. Esta gama moderna e coerente tem alcançado um enorme sucesso, levando a Citroën a posicionar-se como a marca generalista com o maior crescimento entre as principais marcas de automóveis mais vendidas na Europa.

O conforto Citroën está no centro de uma nova série de 5 episódios realizados por Eric Judor, na qual se recriaram 3 situações – a vida de um “Agente Imobiliário” (SUV C5 Aircross e C4 Cactus), uma “Lavagem Automóvel” (Berlingo e C3) e uma “Fogueira no Acampamento” (SUV C3 Aircross) – que demonstram como é difícil para os ocupantes verem-se privados do conforto do seu Citroën, realizando a partir de dentro dos modelos as atividades que, normalmente, seriam feitas fora dos veículos. Inspirada no humor, esta campanha transmite uma certa noção de descontração, serenidade e conforto.

EM RESUMO

Novas tecnologias, técnicas de producão modernas e conceções inovadoras têm tido um papel crucial no desenvolvimento do conforto pelo qual a Citroën é conhecida. Nos tempos modernos, o conceito “conforto” não se aplica apenas à questão física do condutor e dos passageiros. O desenvolvimento de veículos autónomos e semi-autónomos está a implicar um novo grau de importância ao conforto aos automobilistas que conduzem apenas por questões práticas, ou para ir de um ponto A para outro B. A filosofia da Citroën está igualmente focada na criação de maior paz de espírito para os condutores que ainda conduzem por deleite, maximizando esse prazer de condução em todo o tipo de estradas.

À medida que o Século XXI avança, o programa Citroën Advanced Comfort® irá ocupar-se de todos os tipos de condutor e assegurar que o “conforto” continua a ser um elemento fundamental do ADN da marca Citroën ao longo de muitas décadas.

SUV Compacto C3 Aircross 1