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  • Os cem anos do Automobile Barcelona ilustram a vertiginosa evolução dos veículos e das cidades
  • A transformação afeta tanto a tecnologia automóvel, o volume de tráfego, assim como a infraestrutura urbana
  • Alguns factos interessantes abrangem farmácias usadas como postos de abastecimento, os primeiros semáforos ou um parque subterrâneo projetado por Gaudí 

De cidades sem semáforos com mais bicicletas do que carros, ou parques de estacionamento para ruas por onde passa um veículo a cada segundo, semáforos com 5G e aplicações móveis que ajudam a encontrar um lugar para estacionar. Por ocasião do centenário do Automobile Barcelona, voltámos atrás no tempo para entender como a mobilidade urbana se transformou radicalmente no último século.

De ruas sem pavimentos para uma viatura por segundo: se o veículo evoluiu muito neste século, as cidades não ficaram para trás. Há 100 anos, a Avenida Diagonal de Barcelona era uma estrada de terra por onde passavam mais carruagens do que veículos motorizados. Hoje, circulam 85 mil carros por dia, ou seja, um a cada segundo durante as 24 horas do dia. Estes veículos coexistem com os transportes públicos e, cada vez mais, com novas formas de micromobilidade, entre as quais bicicletas partilhadas ou trotinetes elétricas, como a SEAT eXS KickScooter. Estima-se que Espanha tenha atualmente mais de 26 mil trotinetes elétricas nas ruas.

Do primeiro semáforo ao veículo 5G: transformações em viaturas, cidades e infraestruturas fazem parte dos novos tempos. O primeiro semáforo espanhol foi instalado em 1926 no cruzamento da Gran Vía com a Calle de Alcalá em Madrid. Três anos depois, este sistema chegou a Barcelona, na interseção das ruas Balmes e Provenza, onde está também a primeira passadeira de peões da cidade.

A invenção foi tão revolucionária que, durante os primeiros anos, foi necessário que um polícia municipal direcionasse o tráfego, e a Câmara teve de publicar anúncios, meses depois, nos jornais locais para explicar como funcionava esta inovação.

Hoje Barcelona tem mais de 36 mil semáforos e mais de 11 mil passadeiras. O futuro passa pela tecnologia 5G, que permitirá a união entre infraestrutura, viaturas e outras formas de mobilidade. Por exemplo, a SEAT, em colaboração com a Telefónica, está a testar o carro Connected 5G, que, em conexão com a infraestrutura urbana, ajuda o condutor a evitar outros veículos e obstáculos. Passadeiras 3D interativas também estão a ser testadas.

De Gaudí a JustMoove: O primeiro parque subterrâneo de Barcelona tem uma marca de luxo: Gaudí. O proprietário da futura Pedrera (Casa Milà) encomendou a Gaudí um espaço para carruagens puxadas por cavalos e os seus três veículos a motor, forçando o famoso arquiteto a redesenhar as colunas subterrâneas do local que se tornaria uma das mais importantes atrações turísticas do mundo.

Barcelona tem, atualmente, mais de 660 mil lugares de estacionamento subterrâneo. O presente e o futuro passam por aplicações como o JustMoove que, através do smartphone, ajuda a encontrar um espaço livre, reduzindo até 25% o tempo de procura, além de oferecer outras soluções de mobilidade, como a contratação de um táxi ou de um veículo partilhado.

SEAT é a única companhia no seu setor com capacidade total para desenhar, desenvolver, fabricar e comercializar automóveis em Espanha. Membro do Grupo Volkswagen, a multinacional tem a sua sede em Martorell (Barcelona), exportando 80% dos seus veículos, estando presente em mais de 80 países dos cinco continentes. Em 2018, a SEAT vendeu 517.600 automóveis, o maior registo nos 68 anos de história da marca, alcançado um lucro após impostos de 294 milhões de euros e um recorde de volume de negócios de quase 10.000 milhões.

O Grupo SEAT emprega mais de 15.000 profissionais nos seus três centros de produção: Barcelona, El Prat de Llobregat e Martorell, onde fabrica o Ibiza, o Leon e o Arona. Adicionalmente, a companhia produz o modelo Ateca e o Toledo na República Checa, o Tarraco na Alemanha, o Alhambra em Portugal e o Mii na Eslováquia.

A multinacional espanhola tem um Centro Técnico que se configura um “núcleo de conhecimento” que integra cerca de 1.000 engenheiros que têm como objetivo impulsionarem a inovação do maior investidor industrial I&D em Espanha. A SEAT disponibiliza a mais recente tecnologia de conectividade na sua gama de veículos e está empenhada num processo de digitalização global da empresa para impulsionar a mobilidade do futuro.

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