user_mobilelogo

O Grupo Renault obteve o melhor resultado, em Portugal, desde 1989

2017 foi ano histórico para a renault: 20 ANOS CONSECUTIVOS DE LIDERANÇA!

Um ano histórico para a Renault, em 2017! A marca liderou a tabela de vendas pelo 20º ano consecutivo, o Clio foi o modelo preferido dos portugueses, o mesmo acontecendo com o Mégane, o Captur, o ZOE, o Kangoo Z.E. e o Trafic nos segmentos respetivos. Nos comerciais ligeiros, a Renault também foi líder. Resultados ainda mais extraordinários, se o balanço for extensível ao Grupo Renault, que integra a Renault Cacia, o Renault Retail Group e a RCI Bank and Services Portugal. Qualquer uma das subsidiárias também com resultados recorde nas suas atividades. Só o Grupo Renault, em Portugal, tem um volume de negócios de cerca 1.2 mil milhões de Euros, está no Top 15 das maiores exportadoras do país e é responsável por cerca de 2.000 empregos diretos, mais 1.700 na rede de concessionários. Mas no balanço de 2017 destaque, igualmente, para mais uma notável performance comercial da Dacia: novo máximo de vendas e de quota de mercado e a quarta marca preferida dos clientes particulares. Para 2018, os objetivos são claros: 21 anos consecutivos de liderança de vendas da Renault e consolidação de todos os outros resultados do Grupo.

Um ano em revista

Com 260.654 unidades vendidas, o mercado automóvel português registou, em 2017, um crescimento de 7,6% em relação a 2016.

A Renault assegurou, em 2017, o 20º ano consecutivo de liderança, com 37.785 unidades vendidas (incluindo passageiros e comerciais ligeiros), a que corresponde uma quota de mercado de 14,5%. O valor mais alto registado desde 2004.

A Renault liderou de forma confortável no mercado de Veículos de Passageiros, com 13,56% de quota de mercado (30.112 automóveis vendidos) e nos Comerciais Ligeiros (7.673 unidades vendidas) com uma quota de 19,92%.

Para o Grupo Renault, o ano de 2017 cotou-se como o melhor dos últimos 28 anos. Em conjunto, a Renault e a Dacia obtiveram 17,14% de quota de mercado, o que corresponde ao melhor resultado desde o ano de 1989.

Desde a criação, em 1980, da filial Renault Portuguesa, a marca Renault liderou o mercado Português em 32 dos 38 anos de presença direta da marca em Portugal.

Veículos de Passageiros: 5 anos de liderança Clio!

Em 2017, a Renault manteve e incrementou a liderança, com uma quota de mercado de 13,56%, mais 1,9% do que em 2016.

Pelo quinto ano consecutivo o Clio foi o modelo líder de vendas em Portugal, com um total de 12.743 unidades vendidas. E desde que, em 2013, foi lançada a quarta geração, foi sempre o automóvel preferido dos portugueses.

Mas, em 2017, o Clio não foi o único Renault posicionado no topo da tabela de vendas. O Mégane foi o terceiro modelo mais vendido do mercado e foi líder do seu segmento. Aliás, nos últimos 15 anos, apenas por uma vez o Mégane não foi um dos cinco automóveis mais vendidos em Portugal. Apesar da sua história ser bem mais recente, o Captur também é um enorme sucesso comercial. Em 2017, o crossover compacto foi, pela segunda vez consecutiva, o quinto modelo mais vendido e o líder do segmento.

A forte presença da Renault – com uma das mais completas, jovens, modernas e tecnológicas gamas do mercado – a par da adequação da gama às expectativas e necessidades do cliente português, quer em termos de equipamentos, quer na relação produto/qualidade/preço, são dois pilares do sucesso da marca no mercado.

Comerciais ligeiros: Mais um ano de liderança

Também no mercado de Comerciais Ligeiros a Renault foi líder em 2017, com 7.673 unidades vendidas, a que correspondeu uma quota de mercado de 19,92%.

2017: Ano histórico no mercado dos 100% elétricos e na gama Renault Z.E.

Os automóveis 100% elétricos são a opção natural de um cada vez maior número de portugueses e são os números que o confirmam: com um total de 1.859 unidades vendidas em 2017, o mercado registou um crescimento de 128,7%.

A gama Renault Z.E. foi líder destacada de vendas, com as 860 unidades comercializadas (ZOE + Kangoo Z.E.), a representarem mais do que o total do volume de mercado registado em 2016 (813 unidades).

Só o Renault ZOE com 751 unidades (das quais 91,5% do ZOE Z.E. 40) vendeu quase tanto como todo o mercado do ano transato. Em relação a 2016, o crescimento de vendas foi de 341,8%. Como não podia deixar de ser, foi claramente o automóvel 100% elétrico mais vendido em Portugal, enquanto o Kangoo Z.E. foi quinto e líder entre os Comerciais Ligeiros, registando uma progressão nas vendas de 354,2%, comparativamente ao período homólogo de 2016.

Dacia: ano histórico

Com cada vez mais notoriedade, a Dacia teve, em 2017, mais um ano de afirmação no mercado nacional.

Com 6.900 unidades vendidas, (6.612 automóveis de passageiros e 288 comerciais ligeiros), a Dacia bateu um novo recorde de vendas, mas também de quota de mercado, com 2,65%. Números que permitiram assegurar um lugar no top-15 das marcas mais vendidas em Portugal: 14ª posição.

Com mais 1,26% de quota mercado em relação a 2016, a Dacia foi “só” a marca que registou um crescimento mais expressivo entre as 15 mais vendidas no país. Mas as curiosidades e os números surpreendentes não se esgotam aqui…

Através das transferências de propriedade, é possível concluir que a Dacia é a quarta marca que mais vende a clientes particulares! Um dos fenómenos de vendas é o Dacia Sandero, que esteve muito perto de entrar no top-15 dos automóveis mais vendidos em Portugal.

Assinalável é, também, o facto de, nos últimos quatro anos, a Dacia mais do que ter triplicado as suas vendas. Recorde-se que foi em 2008 que a marca chegou a Portugal.

Sustentada por uma gama fiável, um posicionamento de preço sem concorrência, bem como a “generosidade” da marca que claramente oferece muito por um valor reduzido, a Dacia reúne todas as condições para continuar a ser um caso de sucesso também em Portugal.

Só o Renault Retail Group registou vendas superiores aos da 11ª marca do mercado

Os excecionais resultados alcançados pelo Grupo Renault, em 2017, foram extensíveis ao Renault Retail Group. Com dois estabelecimentos em Lisboa (Renault Chelas e Renault Telheiras) e outros tanto no Porto (Renault Boavista e Renault Gondomar), a subsidiária da Renault Portugal foi responsável por 29% das vendas totais da Rede de Concessionários. A título de curiosidade, sublinhe-se que só as vendas do Renault Retail Group representaram mais do que o volume total da 11ª marca do mercado. O número de colaboradores ronda as quatro centenas, 387 mais concretamente.

RCI bank and Services Portugal também fez história

Apesar da designação RCI Bank and Services só ter sido adotada em 2016, a financeira da Renault em Portugal já tem quase quatro décadas de história, tendo como objetivo facilitar aos clientes particulares a aquisição e utilização de veículos, através da oferta de produtos financeiros e de serviços específicos relacionados com os automóveis. Mas também para as empresas estão disponíveis competitivas modalidades de financiamento, com diferentes soluções de Crédito, Leasing, ALD e AOV/Renting, integrando a gestão de frotas e todos os serviços necessários, para que as empresas usufruam da melhor solução na aquisição e gestão dos seus veículos.

Em 2017, os resultados alcançados pela RCI foram também históricos, com destaque para os seguintes números: a RCI financiou 46,3% dos automóveis vendidos em Portugal pelo Grupo Renault, e 70% dos clientes particulares que recorreram a financiamento para a aquisição do seu Renault preferiram a RCI (novo recorde absoluto). Mas destaque, igualmente, para os 337 milhões de Euros de capital financiado e para os 557 milhões de Euros de capital financiado em carteira, qualquer deles, o melhor resultado dos últimos 20 anos.

Renault Cacia também com resultados recorde

O ano de 2017 foi também histórico para a Renault Cacia. A segunda maior fábrica do setor automóvel em Portugal em número de colaboradores – cerca de 1.400! – estabeleceu novos máximos de produção e de volume de negócios. Esta unidade que fabrica caixas de velocidades, bombas de óleo e muitos outros componentes para cada um dos Renault produzidos no mundo, consolidou a sua posição no top-15 dos maiores exportadores nacionais.

Ambições do Grupo Renault em 2018: líder em todas as frentes

Para 2018, a marca Renault pretende manter o seu estatuto e consolidar a sua presença no mercado Português.

Para a Dacia, as ambições para o próximo ano vêm na sequência dos resultados dos últimos anos: um efetivo crescimento das vendas e da quota de mercado.

A Renault estima que, este ano, o mercado possa chegar às 270.000 unidades, o que, a confirmar-se, representará um crescimento de 3,6% em relação a 2017.

Segundo Fabrice Crevola, administrador-delegado da Renault Portugal, “O ano de 2017 foi um ano que fica para a história da marca, em Portugal. Não só porque atingimos os 20 anos consecutivos de liderança da marca Renault, mas porque o fizemos obtendo a melhor performance do Grupo dos últimos 28 anos. A Renault liderou em todos os mercados: nos automóveis de passageiros, nos comerciais ligeiros e nos automóveis 100% elétricos, onde quase um em cada dois elétricos vendidos em Portugal foi um Renault. A Renault foi também a marca que mais progrediu em quota de mercado e a Dacia a que mais cresceu em volume de vendas de todas as principais marcas existentes no nosso país.”

Mas como faz questão de sublinhar o mesmo responsável “2017 não foi um ano extraordinário apenas para a Renault Portugal, mas também para todo o Grupo Renault. A Renault Cacia bateu recordes de produção, enquanto a nossa financeira obteve os melhores resultados das últimas duas décadas”.

No entanto, Fabrice Crevola volta a destacar a extraordinária performance comercial da Renault nas últimas duas décadas: “Num mercado aberto e competitivo como é o mercado Português, conseguir 20 anos consecutivos de liderança deixa-nos ainda mais orgulhosos. É fruto de um árduo trabalho feito ao longo de muitos anos, mas, igualmente, do reconhecimento dos Portugueses pelas marcas do Grupo e, em particular, pela Renault, com uma das mais atrativas e sedutoras gamas do mercado. Mas estes resultados também se justificam pela nossa capacidade de adaptar a nossa oferta de produtos e de serviços às necessidades e exigências dos Portugueses e, claro, da forte e profissional presença que a Renault tem em todo o país, através da sua Rede de Concessionários.”

“E por fim, mas não menos importante, este resultado é um prémio para o profissionalismo de todos aqueles que trabalham para o Grupo Renault, nas empresas do grupo, mas também na sua rede de concessionários!”

Em relação a 2018, o administrador-delegado da Renault Portugal admite que “será um ano difícil como o são todos. O mercado Português é extremamente aberto e nunca podemos descansar sobre os sucessos do passado. No entanto, os objetivos do grupo não podem ser outros que não o de consolidar os excelentes resultados que temos com a marca Renault. Será um ano de transição, antes do início de um novo ciclo de renovação da gama, mas sabemos que temos os produtos que nos permitem manter as posições que temos. Na mobilidade elétrica temos o objetivo de sermos, de forma clara e inequívoca, a referência do mercado.”

Quanto à Dacia, Fabrice Crevola não nega que “temos grandes ambições. Pretendemos que a marca continue a crescer acima daquele que for o crescimento do mercado. Com a Dacia anunciamos a nossa ambição de progredir, em volumes e em quota de mercado”.

Plano de lançamentos 2018

Com uma das mais jovens, modernas e atrativas gamas do mercado, as novidades da Renault para 2018 centram-se no alargamento da gama do Renault Zoe, no muito aguardado lançamento do novo Mégane R.S. e na introdução de um novo modelo 100% elétrico com o Master Z.E.. No segundo quadrimestre chegarão o Mégane Grand Coupé, bem como o Mégane Trophy. Por fim, no último quadrimestre, está prevista a chegada da tecnologia GPL à gama Twingo e Clio.

Em relação à Dacia, o Dokker na versão de passageiros vai passar a estar disponível em Portugal, mas o novo Duster também chegará ao país, ainda que em data ainda a definir.

Uma referência final para a Alpine, sem dúvida, uma das maiores e mais ansiadas novidades do mercado deste ano. As entregas dos primeiros A110 Première Edition estão previstos para o primeiro quadrimestre. Já a produção da gama regular está programada para depois do verão.

A liderança ininterrupta de vendas da Renault começou em 1998. O ano de euforia da Expo e dos Fundos Europeus, bem como da atribuição do Prémio Nobel da Literatura a José Saramago. Mas o que poucos imaginavam é que esse fosse o começo de um ciclo que já dura há… duas décadas! É que, desde então, nunca mais a Renault foi destronada da liderança de vendas em Portugal! A história é a mesma há 20 anos, mas com imensas estórias pelo meio…

A tradição ainda é o que era

O que é que têm em comum os anos 1998 e de 2017? Não, não é o domínio da mesma equipa no escalão principal do futebol nacional. O FC Porto dominava há 20 anos, enquanto o Benfica tem conquistado os últimos títulos. Também os líderes políticos já não são os mesmos e, de eterno “último”, Portugal até já venceu o Festival da Canção…É caso para dizer que a tradição já não é o que era. Mas como em tudo na vida, há exceções que não confirmam a regra…

Tal como há 20 anos, a Renault foi a marca que mais automóveis vendeu em Portugal. Mas não foi apenas 20 anos depois que repetiu a proeza. É uma liderança que se prolonga há duas décadas!

1998 versus 2017

Em 1998, o mercado valeu qualquer coisa como 368.156 unidades, contra as 260.654 de 2017. Números que confirmam o potencial de crescimento que o mercado ainda tem. Há 20 anos, só a Renault vendeu 45.351 unidades em Portugal. Em 2017, a Renault e a Dacia somaram 44.685 unidades vendidas. Mas se, em 1998, a quota do Grupo Renault foi de 12.32%, no ano que acabou de terminar, ela foi de 17,14%.

Já os contratos de financiamento realizados pela financeira da Renault foram, em 2017, em maior número: 20.968, em vez dos 19.000 de 1998.

Por sua vez, em Cacia, em apenas duas décadas, só a produção de caixa de velocidades mais do que triplicou: de 222.160 para 725.340. Vinte anos depois, o número de colaboradores do Grupo Renault passou de 1.450 para cerca de 2.000, enquanto o volume de negócios passou de 800 milhões de Euros para 1.2 mil milhões de Euros.

Nos últimos 20 anos, o número de concessionários ficou praticamente estável. De 56 em 1998 para 49 em 2017.

Mais de 700 mil automóveis vendidos em 20 anos!

Mas eis alguns números curiosos dos últimos 20 anos de atividade do Grupo Renault em Portugal: um total de 711.107 unidades vendidas (681.292 Renault e 29.815 Dacia), 1.396 das quais 100% elétricas, a que há que somar mais 304 unidades do Twizy.

Só o Renault Retail Group foi responsável pela comercialização de 170.000 unidades, enquanto o número de contratos de financiamento realizados desde 1998 ascende aos 317.000, para um total de 200.000 clientes.

Nos últimos 20 anos, a Renault Cacia produziu cerca de 8.500.000 caixas de velocidades, para além de milhões de muitas outras referências.

73 novos modelos lançados nos últimos 20 anos!

Desde 1998, foram lançados em Portugal 60 modelos Renault, nove Dacia e quatro veículos 100% elétricos. O Clio por nove vezes e o Mégane por seis vezes foram os automóveis preferidos dos portugueses.

Duas décadas históricas também em emoções!

Mas para além dos números, um sem número de iniciativas marcaram a história da Renault Portugal na última década e, algumas delas, também a memória e o coração de milhares de portugueses. Eis alguns exemplos: em 2000, a visita do na época responsável máximo da Renault, Louis Schweitzer à Renault Cacia; o Roadshow F1 (Lisboa) em 2008; as Finais Internacionais Renault (1999 e 2001); o World Series by Renault (2005 e 2007); nove anos de presença consecutiva na competição; dois campeonatos absolutos de ralis; um dos cinco primeiros países do mundo a fazer a apresentação de um veículo elétrico; as 72 Horas Renault; o Segurança para Todos, o maior programa nacional de formação e sensibilização à segurança rodoviária que, em 18 anos de existência, já atingiu 450.000 crianças e 35.000 professores; entre muitas outras ações.

No entanto, é hora de regressarmos ao passado…

1998

O país vivia um enorme entusiasmo. A confiança dos consumidores estava em alta. Depois da inauguração da Ponte Vasco da Gama, seguia-se a abertura da Expo 98. O clima era quase de euforia e até um português voltava a vencer um Prémio Nobel. 39 anos depois de Egas Moniz, era distinguido José Saramago, com o da Literatura.

Na Renault, o entusiasmo também era grande, com o lançamento do Clio II e da Master II…

No mercado automóvel, curiosamente, os cinco modelos mais vendidos foram compactos e apesar do Clio II não ter ocupado o topo da tabela (foi 3º) por escassas 799 unidades, a Renault conseguiu-o pela 13ª vez na sua história. Para isso em muito contribuíram os resultados de modelos como o Kangoo Express, Mégane, Clio Société e Scénic. No total, a Renault comercializou 45.351 unidades, 18.133 das quais do Clio II.

1999

A travessia ferroviária da Ponte 25 de Abril foi inaugurada, assim como foi feita a transferência de Macau para a Republica da China. Por seu lado, João Garcia tornou-se o primeiro português a alcançar o cume do Monte Evereste.

Quem também atingiu o cume, mas da tabela de vendas foi o Clio II. Pela primeira vez na história, o Clio foi o modelo preferido dos portugueses, com 20.378 unidades vendidas! Na sequência do sucesso comercial também do Clio Société (a versão comercial), Mégane, Kangoo Express e Laguna, a Renault foi – pela segunda vez consecutiva – a marca mais vendida em Portugal, com um total de 49.322 unidades.

Quanto a lançamentos, este foi o ano em que a primeira geração da Mégane Break chegou ao mercado.

2000

O Papa João Paulo II visitou Portugal, e o programa «Big Brother», a primeira «novela da vida real», chegou aos ecrãs de televisão…

Já o argumento da “novela” do mercado automóvel não sofreu grandes mudanças…Pela terceira vez consecutiva, a Renault foi a marca que mais vendeu em Portugal, com um total de 46.768 unidades. O Clio II desceu para o segundo lugar da tabela de vendas com 17.329 unidades, mas o Clio Société, Mégane, Kangoo Express e Scénic continuaram a sua excelente carreira comercial.

Para a Renault, a exclusiva Scénic RX4 foi o lançamento do ano.

2001

Nasce o primeiro canal de televisão dedicado exclusivamente à transmissão de notícias, durante as 24 horas do dia: a SIC Notícias!

Neste ano também foi notícia o lançamento da segunda geração do Laguna, bem como do Trafic II.

O Clio II só por escassas três unidades – sim, leu bem! – é que não alcançou o topo da tabela de vendas. O modelo vendeu um total de 17.808 unidades. Mas isso não impediu a Renault de alcançar esse feito pela quarta vez consecutiva, com 46.550 unidades comercializadas! Determinantes foram os resultados de vendas do Kangoo Express, Clio Société, Laguna II e Mégane.

2002

O país passou a poder ir a banhos ao Algarve, sempre em autoestrada. Mas a maior novidade foi mesmo a entrada em circulação do Euro, a par de uma ofensiva de lançamentos da Renault sem precedentes…

Com efeito, só em 2002, chegaram ao mercado o Mégane II três, quatro, cinco portas e break, a quarta geração do Espace e Grand Espace, bem como os exclusivos topos de gama Vel Saltis e Avantime.

Os resultados não se fizeram esperar: com 42.371 unidades, a Renault liderou, pela quinta vez consecutiva, a tabela de vendas. Por sua vez, o Clio II, com 16.294 unidades, voltou a ser o modelo preferido dos portugueses. O Clio Société foi o segundo modelo mais vendido da Renault, seguido do Laguna, Kangoo Express e Mégane.

2003

Despontou um fenómeno chamado Cristiano Ronaldo que, rapidamente, despertou a atenção do colosso Manchester United. Mas ao mesmo tempo que assistiam aos dribles e aos sprints do jovem madeirense, os portugueses passaram a poder entregar a declaração de IRS pela Internet.

A pensar nas famílias, a Renault lançou a segunda geração do Scénic e Grand Scénic.

Com 39.440 vendidas, a Renault voltou a ser – pela sexta vez consecutiva! – a marca mais vendida no país. Com 11.145 unidades vendidas, o Clio II continuou a ser o preferido dos portugueses, enquanto o Mégane II passou a ser o quarto modelo mais vendido em Portugal, a escassas centenas de unidades dos últimos lugares do pódio. O Clio Société foi o terceiro modelo mais vendido pela Renault, seguido pela Kangoo Express e Laguna.

2004

O país recebeu o Euro 2004 e os portugueses vestiram como nunca a bandeira das quinas, num apoio sem precedentes à seleção nacional.

Mas pelo sétimo ano consecutivo, Portugal também “vestiu” de amarelo. Sim, com 41.459 unidades, a Renault voltou a ser a marca mais vendida e, mais importante do que isso, com a mais alta quota de mercado contemporânea 15,4%. Por outro lado, pela primeira vez na história do modelo, o Mégane recolheu a preferência do maior número de portugueses, com 14.575 unidades comercializadas. Em final de carreira, o Clio II foi o quinto mais vendido. O Clio Société foi o 3º modelo mais vendido pela marca, seguido pelo Scénic e Kangoo Express.

Em 2004, ainda registo para a chegada ao mercado do monovolume compacto Modus e do Mégane II Cabrio.

2005

No ano em que foi inaugurada a Casa da Música no Porto e em que foi lançado o projeto para o TGV (que nunca saiu do papel), a Renault continuou a vender a grande velocidade…

Pelo oitavo ano consecutivo foi a marca que mais vendeu em Portugal, com 38.903 unidades. O Mégane II foi o segundo modelo mais vendido, mas o Clio, o Clio Société, o Kangoo Express, Scénic e já o Modus foram decisivos no resultado global da marca.

Um ano particularmente importante para a Renault, já que para além do Modus Société (versão comercial), lançou o tão ansiado e desejado Clio III.

2006

Enquanto os “Gato Fedorento” faziam rir nos ecrãs de televisão e José Mourinho dominava o futebol inglês (sendo eleito o melhor treinador do mundo), no mercado automóvel, a Renault conservava o “reinado”…

Com 34.934 unidades, pelo nono ano consecutivo, a Renault foi a marca que mais vendeu em Portugal. O Clio III e o Mégane II foram, respetivamente, os segundo e terceiro modelos mais vendidos no país. No seio da marca, o Clio Société ocupou o lugar mais baixo do pódio, precedendo o Scénic e a Kangoo Express.

O Mégane Société (versão comercial) foi a novidade lançada pela Renault no mercado.

2007

Nove anos depois da Vasco da Gama, foi inaugurada a Ponte da Lezíria, sobre o rio Tejo, entre o Carregado e Benavente. A segunda mais extensa de Portugal e da Europa, com cerca de 12 quilómetros de extensão.

Um eventual novo destino para os 34.979 novos Renault vendidos em Portugal em 2007 e que permitiram à marca chegar a uma década de liderança ininterrupta. O Mégane II foi, pela segunda vez, o automóvel preferido dos portugueses, com 10.709 vendidas. O Clio III ocupou o lugar mais baixo do pódio, mas a versão comercial “Société” voltou a ser decisiva para os resultados globais, assim como os modelos Kangoo Express e Scénic.

Um ano marcado pelos lançamentos da segunda geração do Modus e do Laguna III.

2008

O Governo ratificou o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e nasceu o “Magalhães”, o computador portátil de baixo custo, que se tornou um fenómeno de popularidade.

Também fenómenos de popularidade e de vendas foram, igualmente, o Clio III e o Mégane II. Os dois automóveis preferidos dos portugueses, respetivamente, com 10.124 e 9.151 unidades vendidas. Com este resultado, não se estranhou que a Renault fosse líder pelo 11º ano consecutivo, com 32.996 unidades comercializadas, também beneficiando da ajuda do Clio Société, Kangoo Express e Laguna.

Um ano impressionante também em lançamentos: Clio III Break, Grand Modus, Mégane III, Laguna III Break, Laguna Coupé, Koleos, Kangoo e Kangoo Express II, Twingo II Société e Clio III Société.

2009

No ano em que o Tratado de Lisboa alterou os pressupostos de funcionamento da União Europeia, no mercado automóvel, tudo na mesma…

Pelo 12º ano consecutivo, a Renault líder de vendas com 23.822 unidades comercializadas e o Mégane III a iniciar uma carreira comercial notável, sendo o automóvel preferido dos portugueses, com 9.494 unidades vendidas. O Clio III fechou o top-5, enquanto a Kangoo Express, Clio Société e Scénic voltaram a ser decisivos no resultado global da marca.

Mas foi um ano particularmente importante em lançamentos: Mégane III Coupé, Mégane Sport Tourer III, Scénic III e Grand Scénic III.

2010

Nasceu a Fundação Champalimaud; faleceu o escritor José Saramago; o Papa Bento XVI visitou Portugal e os U2 deram dois concertos memoráveis em Coimbra…

No sector automóvel, sem surpresas, a Renault foi – pelo 13º ano consecutivo! – a marca mais vendida em Portugal, com 33.148 unidades comercializadas. O Mégane III foi, pelo segundo ano consecutivo, o preferido dos portugueses, com 14.434 vendidas. O Clio III voltou a fechar o top-5, enquanto o Kangoo Express, Clio Société e Scénic voltaram a ajudar no resultado global da marca.

Em matéria de lançamentos, chegaram ao mercado: Mégane III Cabrio, Fluence e Mégane III Société.

2011

O ano de entrada da Troika em Portugal…

Apesar da quebra acentuada das vendas no sector automóvel, a Renault manteve a liderança pelo 14º ano consecutivo, com 22.601 unidades vendidas. Com 8.330 unidades comercializadas, o Mégane III foi pelo 13º ano consecutivo o automóvel preferido dos portugueses, enquanto o Clio ocupou o lugar mais baixo do pódio. Sem surpresas, o Kangoo Express, Clio Société e Scénic ajudaram ao resultado da Renault.

Um ano histórico, por também ter sido iniciada a comercialização dos dois primeiros 100% elétricos da Renault: Fluence Z.E. e Kangoo Z.E.. O Mégane III Société e a terceira geração do Master foram os outros modelos que chegaram ao mercado.

2012

O ano em que as vendas de automóveis bateram no “fundo”… Mas nem tudo foram más notícias: abriu o Túnel do Marquês (em Lisboa) e, no final do ano, chegou ao mercado a quarta geração do Clio!

Para não variar, a Renault foi líder pelo 14º ano consecutivo, com 12.958 comercializadas. Com 4.868 unidades vendidas, o Mégane foi, pelo quarto ano consecutivo, o automóvel preferido dos portugueses, logo seguido pelo Clio (naturalmente mais III do que IV). O Master foi o terceiro Renault mais vendido, seguido do Scénic e do Trafic.

2013

No auge das medidas de austeridade, Rui Costa orgulhou o país, ao vencer o Campeonato do Mundo de Ciclismo de Estrada, em Florença. O primeiro português a conquistar a proeza.

Proeza também foi a da Renault, que assegurou 15 anos ininterruptos de liderança de vendas, com as 16.016 comercializadas. Revelado só em finais de 2012, o Clio IV revelou-se logo um fenómeno de vendas no primeiro ano de comercialização, com as 5.820 unidades vendidas a darem-lhe o estatuto de automóvel preferido dos portugueses. O Mégane III foi o quarto mais vendido, enquanto o Kangoo Express, o Captur e a Master foram os modelos que fecharam o top-5 de vendas da Renault.

Um ano com lançamentos que revolucionaram o mercado, como o Captur e o ZOE. O Clio Sport Tourer IV e o Clio Société foram as outras duas novidades.

2014

Com 71 anos, faleceu o incontornável Eusébio.

Com o mercado automóvel em progressão, a Renault mantém-se como líder de vendas pelo 16º ano consecutivo, com 21.714 unidades comercializadas. Pelo segundo ano consecutivo, o Clio IV é o automóvel preferido dos portugueses, enquanto o Mégane III fechou o top-5. O Captur, o Kangoo Express e o Master foram os outros modelos Renault mais vendidos no país.

A terceira geração do totalmente novo Twingo foi o lançamento do ano.

2015

Um dos anos mais quentes de que há registo no planeta Terra. Só em Portugal ocorreram sete vagas de calor…

Nada que impedisse a Renault de ser líder pelo 17º ano consecutivo, com 26.777 unidades vendidas e o Clio IV de ser, pelo terceiro ano consecutivo, o automóvel preferido dos portugueses, com 9.574 comercializadas. O Captur foi o segundo Renault mais vendido, seguido do Mégane III, Kangoo Express e Clio Société.

No que toca a lançamentos, a quinta geração do Espace e o Trafic III foram as novidades.

2016

Um ano histórico para Portugal… Um golo do improvável Éder, na final frente à França, permitiu a Portugal sagrar-se Campeão da Europa de Futebol. Por sua vez, António Guterres foi aclamado Secretário-geral das Nações Unidas.

Quem também foi aclamada foi a Renault e pelo 18º ano consecutivo, como líder de vendas, com 33.360 unidades. O Renault Clio IV foi, pelo quarto ano consecutivo, o automóvel preferido dos portugueses, com 9.574 unidades vendidas. O Mégane, Captur, Kangoo Express e Master foram os outros modelos Renault mais vendidos.

Um ano muito importante para a marca em matéria de lançamentos, com a chegada ao mercado do Mégane IV, versão Sport Tourer incluída, para além do Talisman e do Talisman Sport Tourer.

2017

Um ano marcado pelas tragédias dos incêndios e pela seca severa e extrema vivida em grande parte do território. A discussão sobre as alterações climáticas está na ordem do dia… A mobilidade inteligente é uma das soluções (não a única) para um planeta mais sustentável. Os portugueses reconhecem que a gama Renault Z.E. é também a resposta para essa premência. Com efeito, quase metade dos automóveis zero emissões vendidos no país são Renault.

Mas a liderança da Renault não foi só nos automóveis 100% elétricos. Com 37.823 unidades vendidas, foi a marca que mais automóveis vendeu em Portugal – pelo 20º ano consecutivo –, a que mais automóveis de passageiros e comerciais ligeiros vendeu, enquanto o Clio IV foi, pelo quinto ano consecutivo, o automóvel preferido dos portugueses. Já o Mégane foi o terceiro modelo mais vendido do mercado e líder do segmento. Aliás, nos últimos 15 anos, apenas por uma vez o Mégane não foi um dos cinco automóveis mais vendidos em Portugal. Já o Captur foi, pela segunda vez consecutiva, o quinto modelo mais vendido e o líder do segmento.

Um ano também de grande dinâmica em relação a lançamentos, com a chegada ao mercado do Kadjar, Grand Scénic IV, Koleos II e ZOE Z.E. 40.

2018

Um novo desafio, mas o objetivo de sempre: mais um ano de liderança. O 21º consecutivo!

Quotas Mercado 2017