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Em 22 edições das BP Ultimate 24 Horas TT Vila de Fronteira, Mário e Alexandre Andrade já conquistaram sete vitórias. Novamente como director desportivo da estrutura mais bem sucedida na história da maratona alentejana, Mário Andrade explica como é que a sua equipa voltou a terminar no primeiro lugar do pódio.

Para o português, ganhar uma corrida de 24 horas exige uma disciplina muito forte e uma estratégia bem definida. “Não é fácil dizer ao Alexandre (seu filho e um dos pilotos) e ao Cédric (outro piloto) para levantarem o pé e gerirem o andamento. Eles estão habituados a fazer corridas de seis horas de duração, com um andamento de esganar”, explica o responsável da equipa vencedora. 

Andrade realça a forma cuidada com que todos contribuíram para mais um triunfo, o sétimo. “Não podia ser melhor”, exclama o antigo piloto que viu a sua formação ganhar pela segunda vez consecutiva numa terra tão especial. “O apoio que sentimos das pessoas desta zona não tem preço”, revelou.

Também em modo de celebração, Rogério Reis destacou o facto de, em corridas como as BP Ultimate 24 Horas TT Vila de Fronteira, haver mais hipóteses de aqueles que não são profissionais poderem triunfar. O piloto da melhor formação lusa, que fechou no sexto lugar à geral, deixou isso bem vincado. “não nos podemos esquecer que somos todos amadores e a única prova que fazemos é esta de Fronteira”, disse.

Para o piloto do MMP Rally Raid, que fez equipa com Amândio Alves, João Silva e Márcio Reis, esta participação não foi isenta de percalços. “Não começámos muito bem. Tivemos problemas, logo no início, com os limpa-vidros do carro. Tivemos de fazer voltas muito devagar para chegar às boxes. Depois, arrancámos uma roda. Estivemos parados na box e caímos para fora dos 50 primeiros. Mas depois foi sempre a andar, nunca mais tivemos problemas e conseguimos acabar entre os dez melhores”, destacou.

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