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António Oliveira, com Luís Boiça no lugar do Navegador, foi atingido pelo azar, no Rali de Paredes. A derradeira prova do Campeonato Norte de Ralis.

Nesta prova, Oliveira voltou a utilizar o seu antigo Peugeot 205 Gti, com que já fizera o Rali de Vieira do Minho. Um carro com uma preparação inferior, há do seu habitual Peugeot.

Tudo estava a decorrer dentro do esperado, com Oliveira e Boiça a conseguirem estar presentes no pódio do Grupo X2. Uma boa classificação para esta dupla do Caetano Motorsport, face às “máquinas” presentes e ao número de concorrentes do referido grupo.

Mas, quando nada o fazia prever, o azar bateu à porta no 205 Gti. É António Oliveira, que nos explica o que aconteceu. “Estávamos a poucas centenas de metros do final do Rali. Ocupávamos o terceiro posto no grupo, o que era um bom resultado. De repente, o motor do Peugeot foi abaixo e não voltou a trabalhar. Fomos obrigados a desistir, ingloriamente. Não soubemos o que aconteceu, mas a nossa prova ficou por aí”. Mesmo com esta desistência, António Oliveira conseguiu manter o segundo lugar no Grupo X2, do Campeonato Norte de Ralis. Um prémio de consolação, para um ano que terminou com alguns azares pelo meio.

Quanto a Tiago Oliveira, o outro piloto do Caetano Motorsport, com o pequeno AX Gti e que nesta prova foi acompanhado por Jorge Antunes, também teve muito azar à mistura. Nesta que foi a segunda prova da sua ainda curta carreira, o motor do AX voltou a não colaborar em vários troços. Tiago Caetano conseguiu tempos nos dez primeiros do Grupo X1, entre mais de duas dezenas e meio de pilotos, quando o motor colaborava. Mas isso nem sempre acontecia, pois foram demasiadas as vezes que este falhou. Mesmo assim, terminou a prova no 15º. posto. Tivesse o motor colaborado e uma classificação entre os 10 primeiro do Grupo X1, certamente bem possível seria.

Foto cedida por GSI/ Manuel Carvalho

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