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A Toyota Gazoo Racing WRT garantiu a contração de Kris Meeke para a edição de 2019 do WRC. O piloto norte-irlandês anos iniciou o Mundial de Ralis de 2018 com a equipa Citroën, mas série de incidentes, incluindo acidente tão espetacular como violento em Portugal, em maio, originaram decisão surpreendente dos franceses: despedimento! O acordo tem oficialização programada para a próxima semana.

O piloto de 39 anos tem carreira longa no Mundial de Ralis, onde acelerou pela 1.ª vez em 2002, na Grã-Bretanha, ao volante de Ford Puma S1600. Seguiram-se o JWRC, o IRC (vitória em Portugal, no Rali dos Açores de 2009) e, em 2011, a estreia no WRC, com a Prodrive e o Mini John Cooper Works derivado do Countryman, com 4.º lugar em Gales como resultado mais relevante

Em 2013, o norte-irlandês assinou contrato com a Citroën, mas conseguiu a 1.ª vitória só em 2015, na Argentina. Em 2016, triunfo na edição 50 do Rali de Portugal. No WRC, em 91 ralis, Meeke regista cinco triunfos (o mais recente aconteceu o ano passado, na Catalunha/Espanha), 12 pódios, 78 primeiros lugares em especiais (PEC) e 413 pontos. Este ano, em seis ralis, 4.º lugar no Monte Carlo, 3.º no México e 43 pontos.

Tommi Mäkkinen, ex-campeão do Mundo de Ralis (1996, 1997, 1998 e 1999) e diretor da equipa Toyota, que tem sede em Jyväskyla, na Finlândia, é adepto de Meeke, piloto rapidíssimo, reconhecidamente. Confirmando-se os rumores, o norte-irlandês ocupará o lugar de Esapekka Lappi, de saída para a… Citroën. No bando do lado, como copiloto, sentar-se-á o compatriota Paul Nagle. Nos outros Yaris, Ott Tänak e Jari-Matti Latvala.

A dois ralis do final do Mundial de 2018 (Espanha e Austrália), tudo por decidir. Thierry Neuville (Hyundai) comanda o campeonato de pilotos, com mais sete pontos do que o pentacampeão Sébastien Ogier (Ford) e 21 do que Ott Tänak (Toyota). Na classificação dos construtores, Toyota na liderança, com 317 pontos, à frente de Hyundai (297), M-Sport Ford (273) e Citroën (187).

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